segunda-feira, 23 de março de 2020

Planeta sob ameaça

O estágio de pandemia do coronavírus declarado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) trouxe ao planeta uma crise sem precedentes nas últimas décadas. Claro que o mundo já enfrentou pragas e problemas de ordem global que trouxeram mortes, fizeram as bolsas despencarem, o dólar disparar e tantas outras consequências para as pessoas e a economia. Entretanto, como há muito tempo não passamos por uma situação dessa, toda cautela e seriedade são necessárias para que consigamos minimizar os efeitos desse inimigo invisível que é de fácil contágio entre as pessoas.

Museu do Amanhã - Foto: Luiz Martins
O que aconteceu na Itália, com o povo inicialmente ignorando a gravidade e as consequências do vírus, serve como exemplo para o Brasil. As praias abarrotadas de gente, bares lotados, pontos turísticos cheios, entre outras atitudes de aglomeração de pessoas demonstrou que também custamos a entender a complexidade do problema. Não levar a sério uma ameaça real e que pode ser letal para muita gente, essencialmente idosos e pessoas com doenças crônicas, é perigoso e pouco inteligente.

No mundo todo o número de casos já ultrapassou a marca de 130 mil pessoas, com quase 5 mil mortes em 116 países e territórios, de acordo com as fontes oficiais. O aumento se deve, em especial, a casos confirmados na Itália, o segundo país mais afetado depois da China. E os números não param de ser atualizados.

No Brasil, os casos também crescem e toda a atenção é pouca para não vivermos o mesmo drama desses países. Frear a circulação das pessoas, fechar cinemas, academias etc. trazem um impacto financeiro negativo, mas, ao mesmo tempo, pode fazer a diferença nas próximas semanas quando os números de infectados devem aumentar. Sem essas medidas a possibilidade de um número de contaminados desacerbado é grande e não há infraestrutura hospitalar para dar conta de tanta gente.

É preciso ter a consciência de que não é um problema do Brasil. Como disse o presidente francês, Emmanuel Macron, “este vírus não tem passaporte”. Todo o planeta está sob ameaça. E nesse contexto, a pandemia traz reflexões, dentre elas que não importa o país ou a pessoa que é rica, tampouco o grau de poder que se tenha, pois quanto à saúde somos todos iguais e vulneráveis da mesma forma. Nos resta unir forças e cada um fazer a sua parte para que se minimize ao máximo a propagação desse vírus e as possíveis mortes, até que toda essa onda maligna passe e o contágio seja minimamente controlado.
(Por Marcos Espínola - Advogado e Especialista em Segurança Pública).

Sugestão de ARTIGO: Diana Campos
Tel.: (21) 2532-1575 / 99442-8587

domingo, 22 de março de 2020

Coronavírus e as Comunidades

As comunidades estão prontas para enfrentar a pandemia?

Alemão (RJ) - Foto: Luiz Martins
Nas grandes cidades, milhares de pessoas moram em comunidades e, em tempos de pandemia, sofrem com uma combinação perigosa: vírus circulando e falta de espaço. Nas comunidades, os moradores vivem aglomerados em habitações que comportam várias pessoas, muitas vezes em um só cômodo. Como é possível fazer o isolamento em cenários como esse?

Alemão (RJ) - Foto: Luiz Martins

Só na cidade do Rio de Janeiro há mais de 800 favelas, com mais de um milhão de pessoas vivendo em aglomerados subnormais. Não é de hoje que as comunidades são desassistidas e sofrem com a falta d'água, de um saneamento básico, e não têm como higienizar as mãos de maneira correta em suas casas, e precisam buscar água em outros pontos das comunidades, contrariando as indicações de permanecer em casa durante a quarentena.

Alemão (RJ) - Foto: Luiz Martins
A disseminação rápida do coronavirus evidencia as desigualdades sociais e raciais em todos os países, e no Brasil não seria diferente. As medidas recomendadas pelo isolamento são medidas paliativas tomadas pelos governantes, que deixam de fora a imensa massa de pessoas que moram em comunidades.

Mangueira (RJ) - Foto: Luiz Martins
Considerando o cenário atual do Coronavírus (COVID-19), os governantes deveriam criar uma situação de emergência em saúde pública para atender as comunidades. Acreditamos que seja fundamental a adoção de medidas individuais e coletivas para prevenir a ocorrência de casos em todo o território estadual, principalmente nas comunidades. As Secretarias de Saúde de todos os estados deveriam criar centros de operações de emergência em saúde em todas as comunidades carentes.

Mangueira (RJ) - Foto: Luiz Martins
Assim que foi anunciado a pandemia, sabíamos que seria preciso ampliar nossa cobertura, fazer reportagens ainda mais contundentes sobre o assunto. Essa foi a missão que abraçamos com o objetivo de enfrentar esse período marcado por constantes ameaças à liberdade das pessoas, mas de profunda necessidade de sobrevivência. Para isso, fazemos chamado aos nossos leitores, pois só com o apoio de todos podemos enfrentar esse maldito vírus. 

Babilônia (RJ) - Foto: Luiz Martins
Destacamos a importância que todos busquem por informações em fontes oficiais e colabore não disseminando notícias falsas, contribuindo assim na prevenção e enfrentamento da COVID-19. Seu apoio é muito importante neste momento crítico. Nós precisamos fazer ainda mais e prometemos estar juntos nessa guerra contra o vírus.
Equipe do Jornal Impacto.

sábado, 21 de março de 2020

Igualdade Social, finalmente

A desigualdade social sempre foi um tema discutido em todas as classes, mas nunca foi considerada como uma prioridade. As diferenças são constantes dentro das relações da sociedade, presente em todos os países do mundo. 

Vista de Santa Teresa - Foto: Luiz Martins
Fazemos parte das relações sociais, independente das questões econômicas, de gênero, de cor, de crença, de círculo ou grupo social e as desigualdades limitam o acesso aos direitos básicos, como o acesso à educação e à saúde.

O mundo está doente porque a sua humanidade está baixa. Foi necessário o surgimento de uma pandemia para igualar todos no planeta. De repente, todos descobriram que são frágeis diante das situações externas, e que todos estão por aqui de passagem.

Isso serve como alerta a todas as classes sociais, pois precisamos entender que raça, crença, orientação sexual não têm diferença diante do caos. O mundo mudou de uma noite para o dia! Assim sendo, é hora de lembrarmos de conversar com Deus, e agradecer pela vida, pela família e tudo que nos cerca, pois a Terra não é patrimônio de ninguém, mas apenas um espaço cedido por tempo determinado.
(Por Luiz Martins)

quinta-feira, 19 de março de 2020

Todos no mesmo barco

De repente, todos passaram a ter tempo, tanto tempo que nem sabem o que fazer com ele. Tudo deixou de ser prioritário, ou seja, o trabalho, as viagens, o lazer e tudo que não podia ser adiado, agora está em pausa.

Um barco para todos - Foto: Luiz Martins
Sem mais, nem menos, estamos todos no mesmo barco, ricos e pobres, saudáveis e enfermos, direita e esquerda, todos correndo o mesmo risco. Os hospitais estão cheios e os seguros de saúde que o dinheiro pagava não têm nenhuma importância.

As piscinas estão fazias, porque todos estão comedo do Coronavírus - Foto: Luiz Martins
O que deveria ser um procedimento comum do ser humano, só pode acontecer com um vírus, ele igualou todos no Universo, estabelecendo a igualdade social que seria impossível em condições normais.

O mundo está com medo. E o que podemos tirar de lição?

Darmos conta que somos seres humanos e vulneráveis às situações externas. E que, com isso, possamos enxergar o valor da vida, o valor de termos uma família, e que nessa quarentena possamos resgatar os amores que se esfriaram pelas correrias do cotidiano. Valores esses que nos fazem enxergar que nada somos se não tivermos o amor a si e ao próximo.

Em tempo, os cuidados básicos para evitar o contágio do coronavírus são:

– lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos (se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool);

– evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– ficar em casa quando estiver doente;

– cobrir boca e nariz com um lenço de papel ao tossir ou espirrar e jogar no lixo;

– limpar e desinfetar objetos e superfícies tocadas com frequência;

– evitar contato próximo com pessoas doentes.

Enfim, vamos fazer a nossa parte para um mundo melhor começando com nós mesmos.
Equipe do Jornal Impacto.

segunda-feira, 16 de março de 2020

Governador do Rio, Wilson Witzel, anunciou que decretará situação de emergência no estado devido ao novo coronavírus.

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, afirmou, nesta segunda-feira (16), durante entrevista coletiva, que vai decretar situação de emergência no estado devido ao novo coronavírus.


O estado de emergência se caracteriza pela iminência de danos à saúde e aos serviços públicos. De acordo com o governador, não há prazo para o fim dessa situação de emergência no estado.

Algumas medidas a serem tomadas nessa situação serão:

1) As lojas do shopping estarão fechadas e só a praça de alimentação ficará aberta com 1/3 de sua capacidade funcionando.
2) Academias devem ser fechadas.

“As medidas são para restringir ainda mais a mobilidade das pessoas. A equipe econômica vai fazer sua parte. O Rio de Janeiro passa por situação grave, mas vamos disponibilizar R$ 320 milhões para ajudar pequenas, médias e microempresas. Vamos ajudar com financiamento e carência de 12 meses”, disse Witzel.

“É para se adequar imediatamente. Crianças estão em casa. Trabalhadores e também empresários têm que fazer o home-office. Tem que reduzir sensivelmente a presença nas ruas”, complementou o governador.

Ainda como medida para conter o avanço do coronavírus, dois hospitais serão reativados, com 300 leitos para os próximos 30 dias, podendo chegar a 600 leitos em 60 dias.

"O nosso compromisso é trabalhar para defender a população dessa doença, para evitarmos que a doença se propague. Eu faço um apelo: não desafie a doença! Quem a desafiou está chorando os seus mortos", enfatizou Witzel.

(Luiz Martins)

Em tempo, hoje (16/03), às 21h, o governador irá fazer uma transmissão ao vivo de sua página no Facebook sobre as novas medidas para o combate ao coronavírus.

sábado, 14 de março de 2020

Obras Olímpicas - Legado e Largado

Sediar os Jogos Olímpicos era um sonho dos cariocas. Por isso, quando o Rio foi o escolhido, a prefeitura da época e seus apoiadores investiram na melhoria da cidade como um todo. Com isso, foram desenvolvidos diversos projetos envolvendo transporte e infraestrutura, visando benefícios de curto, médio e longo prazo, aos moradores e visitantes nos anos vindouros, não só na época das Olimpíadas. 

Vista da Marina da Gloria feita de uma Press Área - Foto: Luiz Martins
Durante as Olimpíadas Rio 2016, os jornalistas credenciados do Rio Media Center (RMC), contaram com as "press areas", que foram espaços reservados pela Prefeitura do Rio em pontos estratégicos da cidade, a fim de facilitar transmissões ao vivo com fundo livre e visual privilegiado.

Vista do Pão de Açúcar feito de uma Press Área - Foto: Luiz Martins
Desde o início dos jogos olímpicos, a equipe do Jornal Impacto foi credenciada para a cobertura do evento a fim de registrar as obras e a transformação da cidade. O objetivo principal da prefeitura do Rio era fazer os jogos de forma eficiente e deixar um legado tangível para a cidade e seus moradores, com instalações com padrões de excelência para a prática esportiva e que agradaram todos que participaram e se envolveram com os eventos olímpicos.

Passadas as Olimpíadas, grandes obras da Zona Oeste foram abandonadas.

Porém, o legado não seguiu o seu destino com a mudança de comando. A falta de conservação atingiu, por exemplo, o Centro Aquático de Deodoro, na Vila Militar. A piscina, que teve grandes competições, possui atualmente diversas partes de suas paredes caídas e sofre com problemas estruturais, que ocorrem pela falta de conservação do local.

Piscina Olímpica de Deodoro - Foto: Luiz Martins
Parque Radical de Deodoro abandonado.

Outra grande obra abandonada, o Parque Radical teve várias consequências do abandono das autoridades públicas.

Parque Radical de Deodoro - Foto: Luiz Martins
O estacionamento tornou-se depósito de entulho e a vegetação tomou conta das rampas de acesso. A pista do Centro Olímpico, onde foram disputadas as provas de ciclismo BMX, está cheia de buracos e as rampas de acesso também foram tomadas pela vegetação.

O estádio de canoagem Slalom, que fica ao lado, também está abandonado. O parque da água foi a instalação mais cara dos jogos e virou um “deserto”. Os equipamentos, que formavam as corredeiras, estão em uma cabine sem portas, sem proteção e sem os devidos cuidados.

Pista de Canoagem de Deodoro - Foto: Luiz Martins
Estádio de Deodoro.

Outra obra que foi destruída, o estádio foi construído dentro de uma área militar, e atualmente está completamente desmontado.


Estádio de Deodoro - Foto: Luiz Martins
Pista de Mountain Bike.

A destruição da Pista Olímpica de mountain biking utilizada durante os Jogos Rio 2016 é, infelizmente, outro exemplo do abandono das autoridades.

Pista de Mountain Bike - Foto: Luiz Martins

Arena do Futuro.

A Arena do Futuro, que não teve futuro algum, foi desmontada pela atual prefeitura do Rio. A Arena do Futuro, que recebeu os jogos de handebol na Olimpíada e de goalball na Paraolimpíada, sempre foi exaltada como o grande exemplo do legado olímpico. Foi desmontada com a promessa de construção de escolas no local, o que ainda não aconteceu, mesmo após 4 anos do fim das Olimpíadas.

Arena do Futuro - Foto: Luiz Martins


Velódromo.

Assim como outras instalações olímpicas, o velódromo, que fica dentro do Parque Olímpico da Barra da tijuca, também está sem funcionar. 

Velódromo do Parque Olímpico - Foto: Luiz Martins


Vila dos Atletas.

A Vila dos Atletas, na Barra da Tijuca, tem mais de três mil apartamentos de dois, três e quatro quartos que foram construídos para abrigar os atletas que participaram da Olimpíada e Paralimpíada Rio 2016, com o objetivo de serem vendidos após os eventos, porém, atualmente, estão abandonados também.

Vila dos Atletas, Barra da Tijuca - Foto: Luiz Martins
Abandono e desperdício do dinheiro público.

O questionamento que fica é: Por que essas obras públicas estão abandonadas após as Olimpíadas? São construções que viraram parte da paisagem urbana da cidade do Rio e mereciam cuidados, pois são patrimônios do povo carioca e fluminense. Grande parte dos abandonos das obras públicas acontece por incompetência dos governos, que não se importam em zelar pelo dinheiro público investido nesses locais. São patrimônios completamente abandonados e, por consequência, deteriorados com o tempo. Os representantes políticos deveriam ser responsabilizados por esses descasos dos legados largados por eles. (Por Luiz Martins)

quarta-feira, 11 de março de 2020

Maior Parque Urbano do Mundo

Em 2010, o Jornal Impacto registrou o reflorestamento do Parque Estadual da Pedra Branca, na zona oeste da capital do Rio.

Parque Estadual da Pedra Branca - Foto: Luiz Martins
O projeto recebeu o nome de "Carbono Zero na Campanha 2016" e teve como objetivo a neutralização das emissões de gases poluentes gerados pelas obras para realização dos jogos olímpicos que aconteceram na cidade do Rio de Janeiro.

O morro do Parque corta toda zona oeste do Rio - Foto: Luiz Martins
O Parque Estadual da Pedra Branca é uma unidade de conservação ambiental, a restauração de 224 hectares de Mata Atlântica no trecho de Piraquara, na região metropolitana do Rio, foi financiada pela Petrobrás e contou com a parceria do Instituto Estadual do Ambiente (INEA-RJ).

Vegetação típica da Floresta Atlântica - Foto: Luiz Martins
A região é protegida desde 1974, quando foi criado o Parque, que possui cerca de 12.500 hectares de área coberta por vegetação típica da Floresta Atlântica e guarda o ponto mais alto da cidade do Rio de Janeiro, o pico da Pedra Branca, com 1024m de altitude. É o maior parque natural urbano do mundo com sua área de 12.500 hectares, com cerca de 80 Kms de diâmetro.

O ponto mais alto do Parque fica 1024m de altitude - Foto: Luiz Martins

As Rochas, a Flora e a Fauna.

O Pico da Pedra Branca, ponto culminante da cidade, pode ser avistado de qualquer parte dos bairros de Bangu, Realengo e da região da Barra da Tijuca, principalmente no litoral do Recreio dos Bandeirantes e adjacências.

No Parque há também a famosa Pedra do Osso, que tem 20 metros de altura e desafia a gravidade se "equilibrando" na vertical. A formação rochosa despertou a curiosidade das pessoas por se “equilibrar” verticalmente sobre o solo e parecer desafiar a gravidade. De acordo com geólogos, a pedra foi formada há mais de 500 milhões de anos. A rocha se formou há 513 milhões de anos lá embaixo, apareceu na superfície há cerca de 100, 200 mil anos e vem se esculpindo desde então pela erosão.

Pedra do Osso com 20m de altura desafia a gravidade equilibrando na vertical - Foto: Luiz Martins
O Parque é encoberto por vegetação típica da Mata Atlântica (cedros, jacarandás, jequitibás e ipês), a qual serve de abrigo a uma generosa fauna composta por jaguatiricas, preguiças-de-coleira, tamanduás-mirins, pacas, tatus, lagartos, capivara, macaco prego, ouriços, tucanos, jacus, inhambus e cotias.

Macaco Prego - Foto: Luiz Martins
Como a maior floresta urbana do Brasil, o Parque tem um papel central no equilíbrio hídrico e climático da cidade do Rio de Janeiro, ocupando cerca de 10% do seu território. Além disso, ele protege mais de 50% do remanescente de Mata Atlântica da cidade do Rio de Janeiro, que é considerado um dos biomas mais ricos e mais ameaçados do Brasil e do mundo.

Atividades e Cachoeiras.

No núcleo Piraquara, em Realengo, há uma área de lazer com brinquedos para crianças, aparelhos para exercícios físicos e também mesas e espaço para a realização de piqueniques e confraternizações. 

Prática de Rapel - Foto: Luiz Martins
Nesta parte, é possível também realizar a prática de rapel na estrutura do aqueduto que corta o Parque, que é responsável pelo abastecimento de água para diversos pontos da cidade - leva água do Rio Guandu para a zona sul do Rio.

Aqueduto que corta o Parque - Foto: Luiz Martins
O Parque possui diversos pontos com cachoeiras e piscinas naturais. O que também chama a atenção dos visitantes, são as quedas d'água dos trechos do Rio Piraquara na qual podem ser aproveitados para relaxar. 

Pontos com cachoeira e piscina - Foto: Luiz Martins
Há uma piscina artificial em um dos pontos preferidos pelas pessoas que frequentam o local para banho.

Piscina no trecho Piraquara - Foto: Luiz Martins
A importância da preservação.

As florestas sempre tiveram um papel importante na vida do ser humano. Entretanto, só depois da repercussão negativa nas mudanças da qualidade de vida, as influências florestais sobre o todos os aspectos naturais como clima, ar, água, solo, e, consequentemente, a nossa saúde ganharam real valor.

Rios formados pelas cachoeiras - Foto: Luiz Martins
O aumento da população, aliado às mudanças do ambiente imposto pelo homem, exerce grandes pressões sobre a atmosfera, ocasionando diferentes impactos sobre a natureza. Por isso, é importante que estejamos juntos na empreitada de preservar e cuidar do nosso meio ambiente. Para que a nossa missão seja alcançada plenamente, é essencial a participação de todos nesta ideia. (Por Luiz Martins).

terça-feira, 3 de março de 2020

Proteção dos direitos humanos de jornalistas

A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, divulgou, na manhã desta terça-feira (3/3), uma nova edição da Cartilha Aristeu Guida da Silva de proteção dos direitos humanos de jornalistas. 

Desde 1996 divulgando o Rio
A cartilha aponta que "os agentes do Estado não devem adotar discursos públicos que exponham jornalistas e outros comunicadores e comunicadoras a maior risco de violência ou aumentem sua vulnerabilidade" e que "é essencial que autoridades estatais reconheçam constante, explícita e publicamente a legitimidade e o valor do jornalismo e da comunicação, mesmo em situações em que a informação divulgada possa ser crítica ou inconveniente aos interesses do governo".

"Considerando que jornalistas e outros comunicadores e comunicadoras mantêm a sociedade informada sobre crimes relacionados à corrupção e à atuação de milícias, por exemplo, a violência contra profissionais do jornalismo objetivando impedir a ampla divulgação de tais crimes impede a sociedade de cobrar das autoridades públicas o enfrentamento da criminalidade organizada, bem como prejudica a transparência no uso de recursos públicos. Nesse sentido, o Estado brasileiro tem o compromisso de não sancionar qualquer meio de comunicação ou jornalista por difundir a verdade, criticar ou fazer denúncias", ressalta o documento. 

domingo, 1 de março de 2020

Parabéns Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro completa 455 anos neste domingo (01/03/2020). Uma cidade que se situa entre mares e montanhas, sendo uma das cidades mais lindas do mundo. 

Vista do Pão de Açúcar - Foto: Luiz Martins
Tudo começou em 1565, quando Estácio de Sá fundou a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Embora muita gente confunde o dia 20 de janeiro como aniversário do Rio, esta data é feriado de São Sebastião, Padroeiro da cidade.

Rio visto de Niterói - Foto: Luiz Martins
Fato é que o Rio é uma unanimidade entre os brasileiros, a gente até critica pela falta de atuação dos governantes, mas ninguém nega as belezas da cidade.

Mesmo com toda preocupação com a segurança, com a saúde e com os políticos corruptos que nela vivem, o Rio é a cidade que ofereceu a Olimpíadas mais simpática até hoje. O maior legado das Olimpíadas sem dúvida é o Museu do Amanhã.

Museu do Amanhã - Foto: Luiz Martins
O Museu do Amanhã, Rio de Janeiro, ganhou na França  o prêmio Verde mais Inovador do mundo.

Museu do Amanhã - Foto: Luiz Martins
Principais pontos turísticos que fazem esta cidade ser uma das mais belas do mundo:

Pão de Açúcar visto do Mirante Dona Marta - Foto: Luiz Martins
Pão de Açúcar, um complexo turístico que inclui dois morros. O mais baixo chama-se Morro da Urca, com uma altura de 224 metros. O segundo morro, chama-se Pão de Açúcar, com uma altura de 395 metros.

Cristo Redentor - Foto: Luiz Martins
Cristo Redentor, monumento inaugurado em 12 de outubro de 1931 e se tornou, em 2007, uma das Sete Novas Maravilhas do Mundo. A altura do Cristo é de 38 metros e fica 709 metros de altitude. A matéria prima da estátua é Pedra-Sabão.

Jardim Botânico - Foto: Luiz Martins
Jardim Botânico, considerado uma reserva ecológica ou santuário ecológico, sendo um dos 10 mais importantes no mundo, abrigando espécies raras de plantas da flora brasileira e também de outros países.

Vista da Praia de Copacabana - Foto: Luiz Martins
Praia de Copacabana, situada na zona sul do Rio de Janeiro, é uma das praias mais visitada por turistas estrangeiros.

Vista do Aterro do Flamengo - Foto: Luiz Martins
Aterro do Flamengo. Como o próprio nome diz, a área onde situa-se o Parque do Flamengo, é uma área aterrada, uma parte do Rio criada artificialmente. Para tal, foi usada a terra proveniente do desmonte e demolição parcial do morro de Santo Antônio, no centro de Rio de Janeiro. Embora uma das belezas criadas pela natureza tenha sido destruída para a construção desta área, o bom gosto prevaleceu quanto ao resultado final, e o aterro do flamengo se integrou à paisagem do Rio, se tornando também uma de suas atrações.

Ilha Fiscal - Foto: Luiz Martins
Ilha Fiscal, uma pequena ilha situada na Baía de Guanabara foi o cenário de um dos últimos momentos da monarquia no Brasil: “O Último Baile do Império”, realizado alguns dias antes da Proclamação da República. Guias especializados acompanham os grupos de visita, mostrando os salões, o torreão e as exposições permanentes do espaço.

A Marinha Brasileira é responsável por manter a Ilha, que hoje é parte do Complexo Cultural do Serviço de Documentação da Marinha (DPHDM).

Museu do Mar - Foto: Luiz Martins
Museu do Mar - O MAR está instalado na Praça Mauá, em dois prédios de perfis heterogêneos e interligados: o Palacete Dom João VI, tombado e eclético, e o edifício vizinho, de estilo modernista – originalmente um terminal rodoviário. O antigo palacete abriga as salas de exposição do museu. O prédio vizinho é o espaço da Escola do Olhar, que é um ambiente para produção e provocação de experiências, coletivas e pessoais, com foco principal na formação de educadores da rede pública de ensino.

Praça Paris - Foto: Luiz Martins
Praça Paris - Situada no bairro da Gloria, considerada uma obra prima dos últimos tempos Belle Époque carioca, quando nos anos do Século 20, os projetos de reformulação urbanistica e padrões arquitetônicos da cidade se voltavam para os moldes de Paris.

A praça que foi inaugurada em 1929 e foi projetada por uma arquiteto e urbanista francês chamado Alfredo Agache durante o mandato do Prefeito Prado Junior.

Quinta da Boa Vista - Foto: Luiz Martins
Quinta da Boa Vista - Quando da chegada da Família Real ao Brasil em 1808, a Quinta pertencia ao traficante de pessoas negras (escravos) Elias Antônio Lopes, que havia feito erguer, por volta de 1803, um casarão sobre uma colina, da qual se tinha uma boa vista da Baía de Guanabara – o que deu origem ao atual nome da Quinta.

Rio Star, maior roda gigante da América Latina - Foto: Luiz Martins
Rio Star, o novo legado da zona portuária do Rio de Janeiro, a maior Roda Gigante da América Latina, que foi inaugurada em dezembro de 2019. Com 88 metros de altura e uma estrutura de 600 toneladas de aço, com todo material vindo da China em três carregamentos de navio, a construção da Roda Gigante levou um ano para ficar pronta.

Praia de Copacabana - Foto: Luiz Martins
Cidade maravilhosa, com o melhor carnaval do mundo, queridinha dos gringos, amada por muitos. Atire a primeira pedra quem nunca invejou a informalidade do carioca, que de chinelos de dedo vão da praia ao teatro sem constrangimento e são raros os momentos em que é necessário muito mais que uma bermuda e camiseta para estar apresentável. Por tudo isso, a cidade do Rio merece o nosso parabéns!
(Por Luiz Martins).
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