domingo, 14 de abril de 2019

Jonosake Festival 2019 - Zona Oeste em festa

O maior Festival de Música da Zona Oeste do Rio de Janeiro continua hoje (14/04) com Naiara Azevedo e Anitta.

Uma mega estrutura com mais de 10.000m² - Foto Luiz Martins
Ontem (13/04), o destaque foi "Os Melim", uma banda de Niterói, formada por três irmãos que está entre as mais badaladas do momento.

Os três cantores que compõe "Os Melim" - Foto Luiz Martins
Os três cantores que compõe "Os Melim" são os irmãos Diogo, Rodrigo (gêmeos) e a caçula Gabi, que iniciaram suas carreiras  em Niterói e hoje são sucesso em todo Brasil. O sucesso do trio começou com a canção Meu Abrigo. 

"Os Melim" - Irmãos Diogo, Rodrigo e Gabi - Foto Luiz Martins
As músicas tocadas por Melim é uma mistura temperada de reggae, pop, MPB e influências internacionais, no estilo “good vibe”. O vocal harmonioso do trio conquistou rapidamente uma (fiel) legião de fãs em todo Brasil. No final do ano passado, a banda lançou um álbum com 16 músicas autorais.

Tudo começou com a música "Meu Abrigo" - Foto Luiz Martins
O Festival Jonosake acontece na cidade de Itaguaí, no Rio de Janeiro (RJ). Na última sexta-feira (12), a dupla sertaneja Matheus e Kauan e a atriz e cantora Jeniffer Nascimento colocaram o público para agitar na arena.

Além de oferecer uma mega estrutura com mais de 10.000m², a arena Jonosake conta com bares, restaurantes, camarotes com open bar e open food que oferecem mais alegria para todos que comparecem no festival.


Camarotes - Jonosake Festival 2019 - Foto Luiz Martins
Hoje (14/04), o encerramento do festival será com a apresentação do Grupo Bom Gosto, Naiara Azevedo e Anitta, que agitarão o maior festival de música apresentado na cidade de Itaguaí, Zona Oeste, Rio de Janeiro (RJ).

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Maior Festival de Música da Zona Oeste do Rio de Janeiro

A partir de hoje (12/4) e nos próximos dias 13 e 14 de abril, a Arena Jonosake será palco do maior festival de música já acontecido na zona oeste.

Palco moderno integrado a Natureza
O festival exibirá o que há de melhor da música brasileira atual, promovendo muita alegria e diversão com tudo de melhor que a família Jonosake pode proporcionar, a partir do conceito de grandes eventos.

Uma mega estrutura e melhor música
Além do melhor da música, o Jonosake contará com uma mega estrutura de mais de 10.000m², com bares, restaurantes, camarotes com open bar e open food que trarão ainda mais alegria para todos que comparecerem no festival.

Akira Taguti
Para Akira Taguti, diretor do Jonosake, o festival ficará na história, como o melhor já acontecido na zona oeste. Trazemos no DNA toda tradição e qualidade de mais de 30 anos atuando no ramo de entretenimento. São mais de 10.000m² de estrutura onde visamos, em primeiro lugar, o conforto e segurança de todos, além disso restaurantes, bares, camarotes farão quem for ao festival ter uma experiência única, vendo de perto os artistas e aproveitando ao máximo os shows.

O festival é o lugar perfeito para quem adora música com diversão. Este será um evento diferenciado pelo cuidado que os organizadores estão tendo com a qualidade, com a festa e com a segurança. Um festival para celebrar a rica cultura musical brasileira, com grandes nomes da nossa música que passarão pelo palco nos 3 dias de evento.

Confira a programação:

12/04, sexta-feira:
14h - Abertura dos portões.
19h - Show Henry Fabiano.
21h - Show Jeniffer Nascimento.
23h - Show Matheus & Kauan.

13/04, sábado:
14h - Abertura dos portões.
17h - Show Pelé MilFlows.
18h - Show 1Kilo.
21h - Show Jonosake Dancing Machine.
23h - Show Melim.

14/04, domingo:
14h - Abertura dos portões.
17h - Show Grupo Bom Gosto.
21h - Show Naiara Azevedo.
23h - Show Anitta.


(Por Luiz Martins)

sábado, 30 de março de 2019

Mulheres de Bangu pede o fim da violência contra mulheres no Rio

Uma passeata organizada pela OAB - Banguzona oeste da cidade do Rio de Janeiro, protesta contra a violência que atinge as mulheres em todo o país, e principalmente no estado do Rio, onde tem acontecido diversas ocorrências relacionadas.

Passeata pelas ruas de Bangu
A violência afeta mulheres de todas as classes sociais, etnias e regiões brasileiras. Atualmente a violência contra as mulheres é entendida não como um problema de ordem privada ou individual, mas como um fenômeno estrutural, de responsabilidade da sociedade como um todo.

Os números relacionados à violência contra as mulheres no Brasil são alarmantes.  Mesmo com os avanços alcançados com a Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006), considerada pela ONU uma das três leis mais avançadas de enfrentamento à violência contra as mulheres do mundo, as ocorrências de crimes contra mulheres acontecem diariamente.


A Força Tarefa da ONU no Brasil incluiu em sua Agenda 2030, um projeto nos termos do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS-5), que têm como finalidade apresentar definições internacionalmente acordadas, pertinentes à realidade brasileira com relação a violência contra as mulheres. O documento faz parte dos projetos dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da referida Agenda.

A Marcha das Mulheres nas ruas de Bangu pede o fim do feminicídio, a investigação dos casos de violência doméstica, o fim do racismo e o fim da violência contra os idosos. O Estado brasileiro tem que mudar a maneira de tratar os criminosos contra as mulheres, criando leis mais duras. Já não temos saúde, não temos educação, não temos qualidade de vida, e ainda nos faltam  os direitos fundamentais de proteção a vida.


O jornal Impacto acompanhou a passeata em Bangu e trabalha em defesa das causas que protegem as mulheres, assim como trabalhamos em defesas de outras causas relacionadas a necessidades especiais, pois temos o dever de veicular grandes ideias. A publicação da exigência das Leis deveria ser um compromisso do Brasil sobre os Direitos das Pessoas. Cabe a nós o direito de cobrar para que esta missão seja alcançada. 
(Por Luiz Martins) 

quarta-feira, 27 de março de 2019

A batata que vale um patrimônio

Considerada a melhor batata frita do Brasil, a batata frita de Marechal Hermes foi declarada Patrimônio cultural imaterial. 

A melhor batata frita do Brasil
O projeto de Lei do Vereador Professor Adalmiro, foi aprovado em dezembro de 2018.  Patrimônio cultural imaterial ou patrimônio cultural intangível é uma categoria de patrimônio cultural definida pela Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial e adotada pela UNESCO, em 2003. Abrange as expressões culturais e as tradições que um grupo de indivíduos preserva em respeito da sua ancestralidade, para as gerações futuras. De acordo com Unesco, entende-se por Patrimônio Cultural Imaterial "as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas junto com os instrumentos, objetos, artefatos e lugares culturais que lhes são associados, que as comunidades, os grupos e, em alguns casos, os indivíduos reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural."

Ademar - Comerciante e criador da batata de Marechal
Criada há mais de 30 anos pelo simpático Senhor Ademar de Barros Moreira, a batata de Marechal já ultrapassou fronteiras. Durante às Olimpíadas 2016, Ademar chegou a vender 1,4 toneladas de batatas em um dia.

A batata frita de Marechal Hermes, localizada na Zona Norte do Rio de Janeiro ao lado da Estação da SuperVia em Marechal Hermes, é conhecida de toda população do Rio e já faz parte da cultura do subúrbio carioca.

As porções de batatas fritas de Marechal são verdadeiras farturas.
Com valores que variam entre 10, 15, 20, 15, 30 e 40 reais, as porções de batatas vêm acompanhadas de calabresa, bacon, frango e catupiry, que transformam as batatas em uma verdadeira explosão de sabor.

Ademar disse que chega vender em média 800 kg de batatas por dia. Os melhores dias são os finais de semana.  Toda batata é comprada no Ceasa, a principal central de abastecimento da cidade do Rio. As batatas são fritas na hora na frente do cliente, o que faz muita diferença no sabor, segundo Ademar. Uma máquina é responsável pelo descascamento, mas o corte em tirinhas é feito à mão.

Vindo de Jurumirim, em Minas Gerais, o comerciante tem consciência de que parte de sua fama se deve à divulgação pelos jornais e internet, que popularizou as porções generosas com as quais costuma servir os clientes e que transbordam as quentinhas com as quais serve seu público. Para ele, o importante é a abundância. O segredo de tanto sucesso é o tempo que estamos, a amizade que a gente faz e a quantidade de batata que eu boto nas embalagens dos clientes. Não é uma porção pequena, pois o cliente não quer miséria, destaca Ademar.
(Por Luiz Martins)

sexta-feira, 22 de março de 2019

Somos todos responsáveis pela água do planeta


Hoje (22/03), dia mundial da água, mais de 1,8 bilhão de pessoas estão sendo afetadas pela escassez de água. A fonte responsável pela vida no planeta, nunca esteve tão distante de algumas pessoas. Na medida em que a população global aumenta, a quantidade de água doce diminui no mundo. Entre as causas consideradas, as alterações nos padrões climáticos que provocam secas localizadas,  são as que mais contribui para a falta d'água. Estima-se que o aumento na demanda por água doce para uso agrícola, industrial e doméstico aumente nos próximos anos, mas o suprimento de água não aumenta no mesmo ritmo da demanda. Até 2030, os cientistas preveem que haverá uma lacuna de 40% entre a quantidade necessária e o volume disponível de água.

Ao lado da biodiversidade e do aquecimento global, a disponibilidade de água está se tornando uma das principais questões socioambientais do mundo atual. Inúmeras regiões do planeta já estão marcadas pela escassez e pelo estresse hídrico - desequilíbrio entre demanda e oferta de água, causado, entre outros fatores, pela contaminação dos recursos. Esse quadro vem gerando disputas e conflitos. Além de usar o tema da água sob o ângulo da sustentabilidade, já que sem ela não é possível ter vida na Terra.

Quantidade de água no planeta - A maior parte de água na Terra é salgada. Somente 3% da água disponível no mundo é doce, e a maioria está congelada em geleiras e nas calotas de gelo. Somente 0,5% do suprimento de água existente no mundo está disponível para uso.

Quem são os usuários de água doce?

Aproximadamente 69% de toda a água doce utilizada no mundo é empregada para fins agrícolas, um número que aumenta para mais de 90% na maioria dos países em desenvolvimento, com a previsão de aumentar em cerca de 20% o consumo de água em fazendas em todo o mundo até 2050.

As áreas urbanas também empregam uma grande quantidade de água, e isso está desafiando ainda mais os recursos do planeta. Um dos primeiros passos para termos um fornecimento confiável de água doce no futuro é renovar a infraestrutura atual de distribuição de água.

Desperdício -  Mais de 80% dos efluentes no mundo,  e mais de 95% em países em desenvolvimento,  são lançados no ambiente sem qualquer tipo de tratamento. Cientistas estão procurando encontrar uma forma de reutilizar os efluentes e transformá-los em uma fonte confiável de água, independentemente de secas sazonais e instabilidades climáticas, e atender a picos de demanda de água.

Assim sendo, vamos aproveitar o dia mundial da água, para preservar o bem mais preciso do planeta Terra.

sexta-feira, 15 de março de 2019

Hoje, dia 15 de março, é o Dia da Escola.

Deveria ser um dia para comemorar, porém, já faz tempo a escola deixou de ser a segunda casa, pois não existe a primeira.

Na realidade, a escola nunca foi para todos no Brasil. A história comprova que, no Brasil, as primeiras escolas eram dirigidas pelos jesuítas vindo de Portugal, ainda na era colonial, mas nem todos eram aceitos. Os escravos e as mulheres não recebiam educação, e os homens brancos acabavam indo estudar nos colégios religiosos. Os mestiços eram os únicos que procuravam as escolas dos jesuítas, que inicialmente não os queriam aceitar. Os colégios jesuítas tiveram que ceder, no entanto, por causa dos subsídios de "escola pública" que recebiam.

Embora, hoje em dia, se diga que a educação já é um direito de todos os brasileiros, há uma grande dificuldade de se conseguir uma vaga nas escolas públicas.

E não podemos negar que a internet foi uma grande evolução no aprendizado, mas uma inimiga na relação pais e filhos.

Como citei na matéria "A sociedade está doente e ninguém percebe", a internet afastou os pais dos filhos, e isso afetou os dois lados, pois ambos estão ocupados com suas redes sociais. Ninguém escuta mais vozes, pois todos estão dentro de seus quartos e trancados em seus mundos. Além disso, ela criou um outro problema sério na vida dos professores, o aluno não precisa, necessariamente, ir à escola para ter acesso à informação e ao conhecimento e acha que já sabe tudo e não precisa ouvir o professor, pois, em alguns minutos de pesquisas terá a resposta. Mas é aí que está o maior problema, as redes mostram uma realidade virtual que não condiz com a verdade. E é por causa dessa metodologia que estamos formandos bárbaros cheios de conhecimentos que não sabem viver em sociedade. Eles não aprenderam valores como a tolerância, a solidariedade, o cuidado com o planeta, e o respeito ao próximo.

Se quisermos mudar o futuro dos jovens, teremos que mudar a postura da família, a postura da escola como instituição, como formadora de pessoas, e não como a solução de uma educação maternal. Para isso, precisamos, urgentemente, mudar o comportamento familiar. Além disso, algumas ações precisam ser implementadas pelo sistema educativo, onde o professor deverá ser peça importante no processo evolutivo como elemento que irá favorecer a aprendizagem e a formação do aluno como profissional e como cidadão.

Assim, poderemos comemorar o Dia da Escola e sua importância em nossas vidas, valorizando a instituição e os grandes mestres da educação.

Aproveito o dia de hoje para mandar um grande abraço para a Escola Técnica Estadual João Luiz do Nascimento (ETEJLN), e dizer que tenho muito orgulho de ter sido parte desta grande família.
(Por Luiz Martins)

quinta-feira, 14 de março de 2019

A sociedade está doente e ninguém percebe

O que aconteceu na escola em Realengo no Rio e que acaba de acontecer na escola em Suzano, São Paulo, poderá acontecer novamente e não tem nada a ver com falta de segurança. Saiba mais!

terça-feira, 5 de março de 2019

Fim de papo


Não somos culpados pelo mundo que encontramos, mas somos culpados pelo mundo em que vivemos.

A tecnologia é hoje parte da vida do ser humano de modo que não conseguimos mais viver separado dela, enquanto ela nos separa cada vez mais de nós mesmo.

Na ânsia para alcançar o progresso tecnológico, não levamos em conta suas implicações sociais relacionadas aos hábitos, conceitos, limites morais e individuais. Passamos por cima de algumas questões de suma importância tais como a necessidade de ouvir e de falar. Não temos mais assunto, não conversamos mais e não existem mais diálogos entre amigos ou famílias.

Os hábitos, os conceitos, as ideias e as relações sociais estão envolvidos com as máquinas.

Não se dá mais o “Bom Dia” ou “Boa tarde”; e se fizer ninguém vai te ouvir, pois estará com algum dispositivo no ouvido.

Não existe mais a troca de palavras. Qualquer assunto terá que ser tratado pelas redes sociais.

Somos capazes de viajar duas horas sem trocar uma palavra com o passageiro ao lado, pois ambos estão ocupados com seus equipamentos. Lembra quando a gente se conhecia ao longo das viagens?

Em 1992, a internet já ultrapassava a marca de um milhão de computadores conectados. No mesmo ano, eram testados os primeiros protótipos de navegadores para a web. Significa que naquela época milhares de pessoas já deixavam de se falar para se relacionar pela internet.

Vida social - Olhe para o indivíduo ao seu lado e você perceberá que a qualquer hora do dia ou da noite ele está trocando mensagens pelo celular.


Hoje, o whatsapp é, com larga vantagem, a ferramenta mais popular, utilizada por 90% dos usuários. Junto com ferramentas como chats, fóruns e programas de mensagens instantâneas. A internet é cada vez mais o modo como às pessoas mantêm contatos com parentes e amigos. Ninguém se fala mais nem pelo telefone.

Privacidade - Na internet todo mundo quer destruir a sua privacidade, inclusive você. Tanto o governo como nas empresas, criminosos e até mesmos os seus amigos estão interessados em obter informações sobre você. O pior é que em nome da comodidade, a maioria de nós praticamente não vê nenhum problema nisso. Comecemos pelos criminosos. Cresce a cada dia o número de formas pelas quais eles podem utilizar o computador para praticar crimes. Uma das principais é o roubo de dados bancários, números de cartões de crédito e outras informações pessoais que são depois utilizadas para compras fraudulentas. O seu micro também pode ajudar a espalhar vírus ou receber pequenos programas que, quando acionados, ajudam a atacar outros sites na rede.

Trabalho - A internet é uma das ferramentas mais poderosas para ajudar no trabalho e também para atrapalhar. Uma pesquisa feita nos Estados Unidos mostrou que empregados com acesso à rede costumam gastar o equivalente a um dia por semana olhando páginas não relacionadas ao serviço.

Dependência - Hoje a maioria é um dependente sem chance de cura, pois não consegue viver sem internet. O problema é que somos obrigados a conviver com a tecnologia, mesmo quando ela está contra nós. É verdade. Não conseguimos mais conversar com os nossos amigos pessoalmente. Somente pela internet. Não temos nenhuma chance de diálogo, pois além deles estarem sempre conectados, estão sempre com um celular na mão.

O mais difícil é acompanhar as mudanças, pois quando você acaba de adquirir um celular, aparece outro com novos recursos que deixa o seu ultrapassado. 


Amizade - Até os anos 90, nos finais de ano, a gente marcava um local para reunir os amigos de longa data. Nos encontros a gente trocava ideias e sabia o que cada um estava fazendo. Existia uma união entre os amigos. A gente se ajudava nas dificuldades. Hoje, a gente se fala pelo whatsapp e se vê pelo Facebook.
(Por Luiz Martins)

Mídia virtual X Mídia Impressa


Durante muitos anos, os jornais impressos eram os principais veiculadores de notícias nos quatro cantos do mundo. Naquela época, os jornalistas e os repórteres eram os únicos responsáveis pela busca das notícias, pois havia a necessidade de checar a veracidade da fonte.

Embora o direito à liberdade de expressão esteja na Constituição em seu artigo 5, inc, IX, ela deixa de existir se estiver em rota de colisão com outros direitos fundamentais, como o caso da dignidade humana, da intimidade, da vida privada, do direito à vida, entre outros.

Contudo, a revolução digital ampliou e diversificou a comunicação através das redes sociais e os direitos fundamentais (como a ética) na divulgação de notícias deixaram de existir. O jornalista continua sendo insubstituível neste seguimento, mas as regras que orientam a sua atividade diária já não são mais as mesmas.

O crescimento da oferta de informações tornou obsoleta a função do jornalista de coletar, checar, formatar e distribuir notícias, tudo o que caracterizava o trabalho importantíssimo dos jornalistas durante muitos anos. A nova realidade digital está impondo ao jornalista a missão de dar as notícias mesmo sem checar a fonte, pois alguém divulgará primeiro em alguma rede social.

Em outras palavras, há a necessidade de gerar notícias para alimentar o veículo oficial de comunicação, pois o quantitativo de divulgação na mídia supera as expectativas. O jornalista deixou de ser o operário na linha de montagem das notícias e passou a ser um colhedor de dados. Está na hora de o jornalista rever a sua rotina de trabalho e seus valores profissionais e de comportamentos. Com o aumento da indústria de jornais e revistas virtuais, o jornalista terá que trabalhar pensando cada vez menos em ética e mais nas necessidades de divulgar notícias.

Responsabilidade

A diferença entre um veiculador de notícias virtuais e um jornalista é que este não transmite somente fatos, ele leva ao conhecimento dos leitores os males praticados contra o povo como o descaso em relação aos direitos e deveres dos cidadãos.
Já que somos adultos, nossa proposta é continuar trabalhando com responsabilidade para que a nossa missão seja alcançada plenamente.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

ACIDENTE COM OS TRENS DA SUPERVIA E SISTEMAS DE SINALIZAÇÃO

O acidente entre os trens no ramal de Deodoro, na estação de São Cristóvão, acontecido nesta quarta-feira (27/02/2019), que causou a morte do maquinista e deixou mais de 8 feridos, poderia ter sido muito mais grave se fosse entre trechos de estações, onde a velocidade do trem é maior.

Colisão entre trens - Estação de São Cristóvão
As causas do acidente só serão conhecidas depois de muitas investigações. A Agência Reguladora de Serviços Públicos de Transportes do Estado do Rio (Agetransp) terá muito trabalho para descobrir o que aconteceu. Isso porque a Supervia não usa um Sistema chamado Computador de Bordo de Monitoramento (CBM), que faz o monitoramento e registra os eventos em tempo real. 

Sistema ATP

Embora a Supervia use um sistema chamado Automatic Train Protection (ATP), considerado um sistema seguro, que regula a velocidade do trem e reforça a segurança  da circulação, o mesmo não fornece um relatório detalhado como o CBM.
Sistema ATP em ação

O CBM é um sistema desenvolvido com tecnologia de última geração, que monitora e guarda todas as informações do ambiente central de comando e controle total das operações, monitorando, gerenciando e automatizando todos os ativos móveis da corporação. 

Sistema CBM em ação
Além de oferecer maior segurança ao sistema de transporte, o sistema permite que diferentes áreas da empresa sejam controladas. Os gestores dos departamentos visualizam os dados fornecidos pelo CBM, que são importantes aliados no desempenho operacional e na segurança. A Empresa STILLE Tecnologia & Inovação (http://www.stille-ti.com.br/) desenvolve com tecnologia integralmente nacional o sistema CBM (Computador de Bordo de Monitoramento), instalado em quase toda a frota de trens no Metrô Rio, que tem como objetivo supervisionar e registrar todas as ocorrências em tempo real, disponibilizando as informações que permitam às gerências do sistema ações preventivas e corretivas nas áreas de operação e manutenção no ato que elas acontecem. 

Sistema CBM em ação
Acredito que no futuro todos os sistemas de transporte deverão ter um equipamento que monitora os acontecimentos durante o seu trajeto, pois além de oferecer mais segurança aos usuários, as ocorrências seriam imediatamente conhecidas. 
(Por Luiz Martins)
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