domingo, 13 de setembro de 2020

APEB - Um Novo Projeto de Vida

APEB INAUGURA SEDE E DA POSSE A NOVA DIRETORIA.

No dia 12/09, foi inaugurada a Igreja Assembleia de Deus Ministério Bíblico Aliança, situada na Rua Projetada 8, bairro Estrela Dalva em Santa Cruz, na capital do Rio. 

Bispo Elias Ribeiro no momento da inauguração.

A Igreja é mais uma filial da APEB - Aliança de Pastores Evangélicos do Brasil, onde também terá sua sede em Santa Cruz.

Solenidade de abertura.

A solenidade de abertura aconteceu com um culto dirigido pelos bispos Elias Ribeiro e Carlos Gomes e contou também com a presença de várias autoridades civis e eclesiásticas.

Momentos de homenagens.

Estiveram presentes o jornalista Luiz Martins, diretor do INPASBRA e do Jornal Impacto; o advogado Adilson Seabra; o teólogo Ulisses Alvarenga, presidente do Instituto Derramar do Espírito; e o cantor Ed. Deus, pastor e radialista da rádio Gospel Mil; assim como a teóloga e maestrina Jandira L. Botelho.

Durante o evento, houve a cerimônia de entrega de certificados dos seguintes cursos:

Entrega de certificados.

Ministrados pelo INPASBRA: curso de capelania e cuidador de idosos.

Ministrados pelo INPASBRA com a parceria da Katrium Indústrias Químicas de Honório Gurgel: curso de corte de cabelo.

Entrega de certificados.

Ainda ocorreu a entrega da Moção de Reconhecimento para as lideranças religiosas e consagrações de obreiros, que foram homenageadas pelos INPASBRA - Instituto Impacto Social do Brasil e pelo Jornal Impacto.

Entrega de Moções.

Durante a inauguração da Igreja, o bispo Elias abordou a importância de a congregação ter um mesmo pensamento e propósito. Ele utilizou como exemplo a importância dos trabalhos realizados pelas igrejas nas comunidades. Falou também sobre os diversos projetos desenvolvidos ao longo de anos junto com o amigo Luiz Martins.

Bispo Elias Ribeiro.

"Os desafios enfrentados por todas as nossas Igrejas são marcados pela participação de todos em prol de uma grande obra abençoada por Deus", frisou o bispo. "Estamos passando por momentos difíceis devido à pandemia, mas estamos batalhando em todos os níveis possíveis e imaginários, para que possamos sairmos vencedores nesta guerra", complementou, expressando a importância  da união das igrejas no combate ao coronavírus.

O bispo ainda relembrou dos dias difíceis que passou doente e a importância da fé em sua vida. "Com longos anos desenvolvendo projetos nas comunidades do Rio, embarcamos em uma trajetória de fé, conquistas, muito trabalho e a grande atuação do poder de Deus para que nossa missão seja alcançada. Esta é a nossa proposta", finalizando o discurso.

(Por Luiz Martins)

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

Bairros tradicionais da Zona Oeste pedem socorro

Abandonados pelos governantes, locais tradicionais da Zona Oeste, no Rio de Janeiro, precisam de ajuda.

Coreto de Sepetiba - Foto: Luiz Martins

Bairros como Sepetiba, Praia da Brisa e Pedra de Guaratiba já são, há anos, explorados por políticos em época de eleição, e abandonados logo depois das campanhas eleitorais.

Patrimônios públicos de uso da comunidade que deveriam ser preservados, devido não só ao alto custo de sua construção como também à preservação de importantes pontos turísticos da região para visitantes e moradores, são abandonados e trazem perigos à população.

Sepetiba.

Sepetiba é um local histórico, de beleza única, que já foi considerado paraíso litorâneo, comparado até mesmo com a região de Búzios, e suas praias serviram como porto colonial para exportação de Pau-Brasil à Europa.

Orla de Sepetiba - Foto: Luiz Martins

O lugar em que suas praias já chegaram a concorrer com as praias de Copacabana, Leme e outras, hoje vive sob óleos e esgotos. Sepetiba, que já chegou a estar entre os maiores pólos pesqueiros do país, enfrenta a grande dificuldade dos pescadores locais. Seus moradores reclamam da falta de opção de lazer, pois até a tradicional orla está abandonada.

O pier foi construído até a metade - Foto: Luiz Martins

O único pier construído pela prefeitura não chega até a água. Já viram um pier que fica pelo meio do caminho? Assim é o pier da orla de Sepetiba.

Praia da Brisa.

A Praia da Brisa, localizada entre Sepetiba e Pedra de Guaratiba, tornou-se um dos mais belos parques à beira-mar da cidade, com os seus cataventos, chuveiros, pista de cooper, ciclovia, trailers diversificados e muito verdes.

Praia da Brisa - Foto: Luiz Martins

Dotada de 4 píers ancoradouros que permitem ao visitante fazer belas fotografias, a praia é entremeada por um loteamento de classe média, onde existe, além dos quiosques, bons restaurantes, pousada e outras opções de lazer.

Pier caindo aos pedaços - Foto: Luiz Martins

Porém, assim como Sepetiba, também foi esquecida pelos governos e hoje sofre com abandono.

Recanto dos pescadores - Foto: Luiz Martins

Seus píers estão caindo aos pedaços, e a antiga sede (Recanto) dos pescadores está totalmente destruída.

Pedra de Guaratiba.

Não é de hoje que os moradores de Pedra de Guaratiba reclamam da falta de manutenção dos píers, que estão com as madeiras apodrecendo e com grande parte deles já caídas, deixando buracos nas passarelas.

Pedra de Guaratiba - Foto: Luiz Martins

O píer é importantíssimo para os moradores e grupos da terceira idade que utilizam esse espaço em seus passeios e atividades físicas.  A prefeitura abandonou completamente esse patrimônio tão importante para o bairro. As queixas vão desde falta de iluminação até falta de segurança, pois mesmo caindo aos pedaços, algumas pessoas usam o local.

Desfile sobre a passarela do pier - Foto: Luiz Martins

Preocupados com o que aconteceu na ciclovia Tim Maia, em São Conrado, onde a maré tirou parte do local, os próprios moradores da Pedra de Guaratiba interditaram dois trechos de seus piers.

Passarela sobre o mar - Foto: Luiz Martins

O pier de Pedra sempre foi o maior destaque do local, por ser um local bonito e tranquilo, onde o visitante pode curtir e fotografar o por do sol. 

Parte da lateral do pier caiu sobre o mar. - Foto: Luiz Martins

Diante de tantas reclamações, a prefeitura encontrou um jeito de resolver o problema, fechando de vez a entrada de acesso aos piers, ao invés de consertá-los.

Entrada do pier fechado pela prefeitura - Foto: Luiz Martins

Descaso total do poder público.

A ausência do poder público está levando os comerciantes de Pedra ao desespero. Proprietários de restaurantes estão tendo muita dificuldade para manter os seus estabelecimentos funcionando, por falta do seu principal ponto de lazer.

Patrimônio público abandonado.

Os píers de Pedra de Guaratiba foram construídos no ano de 2001, um projeto do vereador Argemiro Pimentel, que visava a construção de píers com atracadouros na Praia da Ponta Grossa, final da Rua Maestro Deozílio Pinto, sobre a baia de de Pedra de Guaratiba.

Na época, se tornou uma nova atração do bairro, porém, o que era motivo de orgulho, agora só traz preocupação. A prefeitura abandonou o patrimônio, e as queixas vão desde falta de iluminação até falta de segurança.

Os píers são importantíssimos para os moradores e visitantes que utilizam esses espaços em seus passeios e atividades físicas. E merecem ser cuidados e preservados pelas autoridades. A vida no local vai além das campanhas eleitorais e a população merece ser bem assistida em todas as épocas dos anos.

(Por Luiz Martins)

domingo, 9 de agosto de 2020

A marca do 100 mil

O Brasil ultrapassou a triste marca de 100 mil mortos por Covid-19. A doença, que chegou primeiro aos bairros mais ricos do Rio, se alastrou rapidamente pelo estado. A partir de junho, oito em cada dez mortes havia ocorrido nos bairros mais pobres da cidade, segundo um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

Foto: Luiz Martins

A primeira morte no Brasil pela doença foi registrada em 16 de março, na cidade de São Paulo. Foi um homem de 62 anos que estava internado no Hospital Sancta Maggiore, da Rede Prevent Sênior, na zona sul da capital, e apresentava comorbidades.

De acordo com os dados do grupo de veículos divulgado, o país tem uma média de 1.019 mortes por dia. O estado do Ceará é o terceiro estado brasileiro com o maior número de mortes. No final do mês de abril, a prefeitura cearense já anunciava a necessidade de aumentar o número de vagas em cemitérios por causa da pandemia. O sepultamento dos atuais mortos por covid-19 ocuparia uma área equivalente a 2,3 vezes o Aterro da Praia de Iracema, um dos principais pontos turísticos da capital cearense.

Foto: Luiz Martins

O Corona Vírus é uma prova que somos pequenos demais e vulneráveis perante à vida. Não há riqueza que pague um novo fim. Para morrer, basta estarmos vivos. Tudo isso deveria servir de lição para iniciarmos uma nova filosofia de vida e termos a consciência de que estamos aqui apenas de passagem.

Foto: Luiz Martins

Considerando que a vida é muito curta e, em um breve espaço de tempo, poderemos não estar mais por aqui, que possamos limpar o coração, abrir a mente e aproveitar mais a vida. Vamos amar mais e ser mais gratos, mais felizes. Porque, no jogo da vida, não há vencedor, apenas passageiros com o mesmo destino.

Foto: Luiz Martins

Para morte não existe a pior ou a melhor pessoa. Somos todos iguais. Por isso procure tratar bem os seus semelhantes. Viva da melhor maneira possível. Não se apegue às coisas pequenas e inúteis e perdoe sempre!

(Por Luiz Martins)

segunda-feira, 22 de junho de 2020

Canal AgroMais - um País tropical, abençoado por Deus

Inaugurado o canal AgroMais, um canal dedicado ao agronegócio.

Foto: Luiz Martins
Enquanto grandes veículos de comunicação estão voltados para mostrar as partes negativas do Brasil, o Grupo Bandeirantes criou um canal com programação 100% voltada ao mundo da agroinformação, onde o Brasil se encontra entre os maiores do mundo. Hoje, o Brasil é o maior produtor de soja do mundo.

O canal surge como referência no segmento, com jornalismo especializado e comentaristas do setor fazendo parte do conteúdo apresentado com programação totalmente voltada para o mundo da agroinformação.

Foto: Luiz Martins
O canal AgroMais (Canal 189/689 da Claro TV e Canal 587 da Vivo TV, a Sky lançará a partir do próximo dia 27) tem atrações que levam para o telespectador um conteúdo jornalístico com análises, debates, cotações, cursos, documentários e meteorologia, prometendo atender a todos os segmentos da agricultura e pecuária, passando por logística, finanças e estilo de vida.

Comentaristas entre os mais renomados de cada setor emprestam ao novo canal ainda mais credibilidade. “Setor por setor, a missão do AgroMais é acompanhar tudo o que importa para um dos segmentos da economia que cresce, de forma sustentada, ano após ano. O potencial do agro brasileiro é sem dúvida um dos mais vastos em todo o horizonte econômico e o AgroMais tem o melhor grupo de comentaristas jornalistas para fazer esse acompanhamento”, explica Marcello D’Angelo, diretor executivo do AgroMais e do BandNews TV.

Com sede em Brasília, o AgroMais nasce sob gestão da Newco PayTV e segue o modelo de outros canais de TV fechada do grupo, como BandNews, BandSports, TerraViva, Arte 1 e Smithsonian Channel.

Foto: Luiz Martins
São parceiros do novo canal a CNA/Senar, Embrapa, IPA, Sebrae e a consultoria Datagro. “Somos a maior e a mais importante rede de influenciadores do agronegócio do Brasil, impactando quase 2 milhões de pessoas que estão diretamente ligadas ao agronegócio. Vivemos, respiramos e fomentamos a agroinformação por meio de um verdadeiro ‘dream team’ que é o AgroMais. Ofereceremos informação de credibilidade e inovação todos os dias”, afirmou Monica Monteiro, diretora-executiva PayTV do Grupo Bandeirantes.

A programação estará disponível além da tela de TV. O AgroMais é um projeto multiplataforma digital com conteúdo também para internet, podcasts e aplicativos para smartphones, além de estar presente em todas as redes sociais (YouTube, Facebook, Instagram, Twitter e LinkedIn).

Foto: Luiz Martins
O agronegócio, que atualmente recebe o nome de agrobusiness (agronegócios em inglês), corresponde à junção de diversas atividades produtivas que estão diretamente ligadas à produção e subprodução de produtos derivados da agricultura e pecuária.

Foto: Luiz Martins
E o Brasil está entre os maiores do mundo. As exportações do agronegócio brasileiro tiveram recorde no acumulado de janeiro a maio de 2020 e fecharam em US$ 42 bilhões, o maior valor já registrado para os primeiros cinco meses do ano. O resultado representa uma alta de 7,9% em relação ao mesmo período de 2019, segundo dados do Ministério da Economia compilados pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Segundo a CNA, também houve recordes nas vendas externas do agro em volume de janeiro a maio, que totalizaram 86,8 milhões de toneladas, 15,3% a mais que no mesmo período do ano passado, e no superávit comercial, diferença entre as exportações e as importações, que foi de US$ 36,6 bilhões, superando o recorde anterior observado nos cinco primeiros meses de 2018.

Os principais produtos exportados de janeiro a maio foram a soja em grãos (US$ 16,3 bilhões), a carne bovina in natura (US$ 2,8 bilhões), a celulose (US$ 2,6 bilhões), a carne de frango in natura (US$ 2,6 bilhões) e o farelo de soja (US$ 2,3 bilhões). Estes cinco produtos responderam por 63,4% da pauta exportadora do agro brasileiro no período.

Temos um país abençoado com uma natureza vasta e o Grupo Bandeirantes vai levar esse conteúdo a todos.
(Por Luiz Martins)
Fonte: AgroMais.

quinta-feira, 18 de junho de 2020

Racismo presente

É surpreendente ainda ter que se discutir o racismo que, inquestionavelmente, está enraizado no planeta. Por aqui não é diferente e dizer o contrário é tentar, inutilmente, camuflar a realidade. O racismo sempre esteve e está presente em nossa cultura. 

Foto: Luiz Martins
Infelizmente, o fato é que as sociedades de um modo geral ainda não amadureceram o suficiente para respeitar o semelhante com a pele de cor diferente. George Floyd reacendeu a discussão no âmbito mundial, porém não precisaríamos ir tão longe. O preconceito existe e resiste nessa sociedade contraditória, na qual há tecnologia de ponta, modernidade e riqueza de informação, mas carência de consciência e respeito.

Relatado pelo mestre Nelson Rodrigues, na obra Anjo Negro, o preconceito racial marca a história desse país. E como nos personagens da obra citada, o ódio em boa parte provocado pelo preconceito racial e humilhações demasiadas que sofriam levou a mortes brutais.

E isso vem de longa data. No período colonial, o racismo brasileiro já era explícito, quando o negro foi tratado como mão-de-obra escrava, visando atender aos anseios e caprichos de senhores de engenho.

Se relembrar a história já nos deixa perplexos, nos depararmos com as estatísticas atuais é ainda mais repugnante. Ironicamente, os negros representam 55% da população brasileira, mas continuam sendo minoria, seja em oportunidades de emprego, acesso à educação e vida digna em geral. Maioria eles só atingem no sistema penitenciário, quando são mais de 60% dos mais de 750 mil presos, segundo Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (Infopen).

A taxa de analfabetismo entre os negros de 15 anos ou mais, algo em torno de 10%, é superior ao dobro da taxa de analfabetismo entre os brancos da mesma faixa de idade (3,9%), segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Eles ganham menos do que os brancos e a taxa de desocupação entre os negros em 2018 foi de 14,1%, contra 9,5% entre os brancos. Até em relação ao Covid-19, um estudo da PUC-RJ com base em quase 30 mil casos, mostrou que na combinação de raças e escolaridade, as realidades desiguais ficaram ainda mais evidentes, com uma maior porcentagem de óbitos de pretos e pardos, em todos os níveis de escolaridade.

E tem mais, quase 8 em cada 10 das pessoas assassinadas no Brasil são negras. No parlamento são sub-representados assim como no alto escalão das empresas. E por aí vai. Faltaria espaço para descrevemos tanta desigualdade. O racismo está presente e precisamos, definitivamente, escrevermos novos capítulos dessa história. Páginas que possam no futuro falar sobre igualdade e respeito que lhes são de direito.

(Por Marcos Espínola - Advogado e Especialista em Segurança Pública)
Sugestão de matéria:
Diana Campos (21) 99442-8587
Contextual Comunicação

sábado, 13 de junho de 2020

Arte Urbana - Talentos Descobertos.

Considera-se Arte Urbana toda manifestação cultural nas ruas, como pinturas, esculturas, instalações, intervenções artísticas, entre outras. Esse tipo de arte não costuma seguir padrão estético, pois cada artista possui um propósito individual que fomenta sua criatividade.

Foto: Luiz Martins
A maioria dessas manifestações surgiu como alternativas de comunicação, denúncia e até mesmo renda para as pessoas que vivem em periferias, onde suas condições de vida são difíceis e suas vozes nem sempre são ouvidas.

Atividade Legal.


Foto: Luiz Martins
Apesar de ser uma atividade regulamentada pela Lei 5.429 de 2012, os artistas de rua ainda enfrentam resistência para se apresentar nos espaços públicos. 


Foto: Luiz Martins
A lei, que foi criada com objetivo de garantir, aos artistas de rua, a liberdade de se apresentarem nos espaços públicos, define as ruas como espaço democrático para as mais variadas manifestações da cultura popular e a livre expressão artística é uma garantia constitucional.


Foto: Luiz Martins
Apesar disso, os artistas de rua sofrem com a descriminação e repressão por parte de autoridades e muitos acabam tendo seu material de trabalho apreendido ou sendo dispersos em nome da "ordem pública". Isso não deveria acontecer, pois a lei do município do Rio de Janeiro, por exemplo, foi criada visando resguardar a liberdade artística nas ruas da cidade e evitar perseguição.


Ocupando espaço.

Em todas as cidades do mundo, há artistas urbanos. Eles estão nos sinais vermelhos, nas praças, nas calçadas, nos transportes, entre outros locais públicos.


Foto: Luiz Martins
Muitos artistas enxergam as ruas como oportunidade para começar ou até mesmo para aperfeiçoar a sua arte. 


Foto: Bruna Martins
Seja cantando, tocando, na apresentação corporal, na pintura, no grafite, nos poemas, etc. São profissionais que não têm a oportunidade de se apresentarem em outros locais apropriados, como teatros ou casa de shows, e encontram na rua seu palco principal.


Foto: Luiz Martins
Fazendo história.

Os artistas de rua já se expressavam desde a época da Grécia Antiga, passando pela Idade Média e continuam até os dias atuais. Uma arte que está mais perto das pessoas e que deveria ser mais respeitada e mais valorizada.


Foto: Luiz Martins
Esses artistas se dedicam ao máximo para mostrar suas habilidades, são pessoas dignas apresentando sua arte e mostrando o seu trabalho. Portanto, a lei deve ser colocada em prática com mais rigor para garantir aos artistas urbanos a oportunidade de sua expressão artística.


Foto: Luiz Martins
Por tudo isso, o Jornal Impacto parabeniza todos os Artistas Urbanos e abre espaço em suas mídias àqueles que fazem do cotidiano um espetáculo para o povo.
(Por Luiz Martins)

quarta-feira, 10 de junho de 2020

Cantora e compositora da Zona Oeste é semi-finalista do EDP Live Bands

Artista da Zona Oeste participa de concurso nacional para se apresentar em Portugal (EDP Live Bands).

Micaella Martins - Micah
A cantora e compositora Micaella Martins, a MICAH foi selecionada, por meio do voto popular, para a semifinal  do concurso nacional EDP Live Bands. O vencedor do concurso integrará a programação do festival NOS ALIVE, a ser realizado em Portugal em 2021, além de ganhar a produção de um álbum digital.

A única artista da Zona Oeste do Rio que foi classificada para a Semifinal do concurso, sendo que  todos os integrantes da banda que a acompanha também residem na Zona Oeste:


Felipe Santos - Baixo
Gabriel Bing - Guitarra
Genesis Chagas - Bateria
Micaella Martins - Interprete
Philip Sanchez - Guitarrista


Micah
Recentemente, Micah lançou um vídeo no youtube com o título "Vênus em Fúria" produzido durante a quarentena, com a contribuição de 29 mulheres.

Micaella Martins tem 27 anos, é carioca da zona oeste do Rio de Janeiro, artista e pedagoga. Criada em Sepetiba, desde pequena transitou por universos musicais distintos. Ainda criança, performava no karaokê do bar de sua mãe e cresceu se apresentando em igrejas. E foi a partir da sua mudança para Campo Grande que Micah iniciou seu trabalho musical interpretando clássicos da MPB.  A partir de então, não demorou para que começasse a desenvolver seu projeto solo.

Em maio de 2018, Micah lançou seu primeiro trabalho, o sensível EP “Plantas no Fundo do Aquário”, com canções do compositor Leonardo Alves e produção de Lucas Xavier, do Estúdio GUAXA. O trabalho foi bem recebido pelo público e rendeu diversas apresentações no circuito independente carioca, além de clipes para as faixas Noite e Roland Garros. Neste mesmo período, teve início o processo de produção de seu mais recente trabalho. Período Fértil – O EP marca a estreia de Micah como compositora e expõe seu amadurecimento artístico.

Lançado em dezembro de 2019, o EP “Período Fértil” foi gravado na Fluxroom, com produção de Philip Sanchez – que também atua como guitarrista no projeto. Criado a partir de experiências próprias e de outras mulheres, o EP é definido pela artista como um trabalho sentimental, que busca ilustrar o amor, angustias, desejos, frustrações e medos íntimos/pessoais, além da sexualidade feminina. 

“As músicas foram compostas entre setembro de 2018 e agosto de 2019. O processo criativo para a composição das letras se deu a partir do meu encontro com outras mulheres, algumas contribuindo diretamente nas composições e outras servindo como fontes de inspiração através de suas histórias”, conta Micah, que têm como parceiras nas construções das letras as artistas Bianca Sanches e Beatriz Melo, além de interpretar uma música de autoria da amiga e compositora Rebeca F. 

O título do trabalho faz referência ao período fértil da mulher – momento no qual a mesma encontra-se mais sexual e criativa. A partir da própria percepção tardia sobre o assunto, a artista entendeu a importância de falar sobre o tema para que outras mulheres também viessem tomar conhecimento do seu próprio corpo e de seus ciclos.  Ao mesmo tempo ilustra também a transição da cantora, de intérprete para compositora, além de expor seu amadurecimento enquanto artista.  


Micah
Em 2020, a cantora se preparava para iniciar sua segunda tour pelo estado do Rio de Janeiro. Atravessada pela quarentena, Micah assume a reclusão e promete novas composições, ao iniciar os trabalhos referentes a seu primeiro álbum cheio. 

Atualmente a cantora está participando da segunda fase da seletiva promovida pelo EDP Live Bands, para se apresentar no Festival Nos Alive, a ser realizado em Portugal, em 2021, além da gravação de um álbum digital. A votação está no ar e pode ser acessada, até o dia 17/06, no EDP Live Bands

O Concurso EDP Live Bands, é  uma iniciativa da EDP e tem como objetivo divulgar e promover bandas de rock ou pop rock amadoras nacionais e premiar o vencedor do Concurso com uma atuação no Festival NOS Alive a ser realizado em Portugal e a gravação de um master de um CD (digital).
(Por Daniel Barros) @horizontalproducoes - (21) 97272-0033.

quinta-feira, 23 de abril de 2020

Menos tiros em tempos de Covid-19

A constante tensão do carioca frente a violência nas últimas décadas deu lugar a outra tão letal quanto. Em verdade, estamos diante de um fenômeno que também nos leva a refletir sobre as lições que podemos tirar após a pandemia. Se antes a preocupação era com a bala perdida, hoje o maior foco é quanto ao contágio de um novo coronavírus que está matando centenas de milhares de pessoas no mundo todo. No entanto, os números mostram que o isolamento social trouxe não só a proteção da população contra a contaminação, mas também a queda do número de tiroteios na Cidade, um fato que há anos não se via. Parece óbvio por um lado, porém pode ser uma chance de avaliarmos novos caminhos que possam minimizar mortes por balas de fogo.

Foto: Luiz Martins
Segundo a Plataforma Fogo Cruzado, no primeiro mês de quarentena na Cidade do Rio, o número de tiroteios/disparos de arma de fogo na região metropolitana caiu quase pela metade (46%), sendo registrados 460 no período entre14 de março e 13 de abril. Ao todo, 137 pessoas foram baleadas durante a quarentena - destas, 58 morreram.

Este período coincide com o decreto dos governos limitando a circulação de pessoas e do exercício de atividades não essenciais como medidas para a não propagação do vírus. No entanto, é interessante compararmos esses números com o mesmo período de 2019, quando houve 839 tiroteios no Grande Rio, com 129 pessoas mortas e 133 feridas. A plataforma sinalizou ainda que o isolamento social representou também uma queda de 55% no número de mortos e 41% no número de feridos.

Foto: Luiz Martins
Outra informação importante é a queda de 47% na quantidade de tiroteios com a presença de agentes de segurança, sendo 125 agora ante 236 no mesmo período do ano passado. E é nesse ponto que, talvez, esteja a necessidade de uma atenção maior, tendo em vista que, independente das circunstâncias, bem atípica, diga-se de passagem, os números comprovam caminhos para uma menor ação da violência.

Foto: Luiz Martins
Claro que em dias comuns não podemos contar com 70% das pessoas em casa, diminuindo significativamente a circulação nas ruas. Mas é possível imaginarmos que, pontualmente, a redução das incursões e/ou operações policiais de caráter ostensivo pode significar a mitigação de disparos, tiroteios e, consequentemente, vítimas de balas perdidas.

O desafio das autoridades em segurança pública é entender o que esse período pode nos trazer de aprendizado para mesmo no dia a dia normalizado minimizarmos confrontos e as mortes tanto de inocentes quanto de agentes de segurança.

(Por Marcos Espínola -Advogado e Especialista em Segurança Pública)
Sugestão de artigo: Diana Campos

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Terra, terceiro planeta do Sistema Solar

A Terra, o terceiro planeta do Sistema Solar, com idade geocronologica datada de 4,56 Ga (bilhões de anos), e composta por 07 camadas ou estruturas que são a magnetosfera, a atmosfera, a hidrosfera, a litosfera, o manto, o núcleo e a biosfera, todas interdependentes, para coexistirem em equilíbrio geobiodinamico. 

Foto: Luiz Paulo G. Martins
O homem, um agente modificador do meio ambiente e muito dependente dele, causa pequenas mas significativas transformações que dificultam a sobrevivencia da propria especie humana, assim como dos demais seres vivos do planeta, da qual a própria natureza sente as consequências diretas e indiretas, através de ações destrutivas ou construtivas, ao longo da historia humana. 

Foto: Luiz Paulo G. Martins
Por isso, neste dia 22/04/2020, dia da Terra, e importante lembrar sobre a conscientização da preservação geoambiental gerado pelo por este equilíbrio geobiodinamico que o planeta Terra cria para toda a humanidade, visando o aproveitamento sustentável dos diversos recursos naturais que o planeta dispõe.

Foto: Luiz Paulo G. Martins
Feliz dia da Terra para todos! (Por Geólogo Luiz Paulo Gomes Martins)

sexta-feira, 17 de abril de 2020

Melhor Maneira de Expressão.

Ser convidado para participar dos dois maiores eventos de fotografia no Brasil me faz acreditar que a fotografia influenciou e muito as minhas atividades profissionais.

Os eventos em questão são:

- Fotografar 2020, o maior encontro da fotografia da América Latina, que acontecerá nos dias 24, 25 e 26 de agosto de 2020, na Oca do Parque Ibirapuera em São Paulo.

- 16ª edição do Festival Internacional de Fotografia Paraty em Foco, programado para acontecer entre os dias 16 e 20 de setembro de 2020.


Paraty - Foto: Luiz Martins
Ao longo de minha vida profissional, eu exerci diversas profissões e, em todas elas, eu me esforcei o máximo para executá-las com responsabilidade e da melhor maneira possível. 

Graças a Deus que, em quase todas elas, eu consegui ter êxito deixando algum trabalho como legado. Destacando a profissão de ensinar, pois é extremamente gratificante encontrar um ex-aluno e perceber que fiz parte dos ensinamentos dele, trazendo uma satisfação inexplicável e muito orgulho desta profissão.

O Contraste entre as edificações
Contudo, a fotografia foi a que mais me deu a oportunidade de expressar as minhas ideias e opiniões. 

Infraestrutura
Quando participo de eventos fotográficos e sou citado como o "Fotógrafo Luiz Martins", fico imaginando o quanto a fotografia influenciou a minha vida. Como fotógrafo, é muito satisfatório saber que minhas imagens retratam projetos relacionados às necessidades humanas, à saúde, à educação, à melhoria da qualidade de vida e à justiça para todos.

As profissões que exerci na vida fazem parte de minha história e todas elas serviram como experiência, mas a fotografia foi muito mais que um exercício da arte, e sim, uma terapia gratificante, pois faz bem para os olhos e para a alma e deixa um legado da minha história e do meu olhar pelo mundo.
(Por Luiz Martins)
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