quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

ENTRE A CRUZ E A ESCADA



Igreja Santa Cecília, Bangu (RJ) - Foto: Luiz Martins
Eu simplesmente fui comprar pão na padaria próxima à minha casa. Como tenho o hábito de fotografar tudo que aparece à minha frente, fui a pé,  mas com a minha parceira Canon dentro da bolsa. Ao passar em frente à Igreja Santa Cecília, aqui no meu bairro, observei uma escada e uma cruz galgando os Céus, através de um imenso guindaste, pois o topo da igreja está em reformas.

Igreja Santa Cecília, Bangu (RJ) - Foto: Luiz Martins
Para mim era apenas uma foto exótica, mas para o padre, que me abordou, solicitando o meu registro, era muito mais que isto - era um documento daquele momento crucial.

Igreja Santa Cecília, Bangu (RJ) - Foto: Luiz Martins
Eu salvei o instante, mas muitas pessoas estão ao nosso redor tentando salvar muito mais do que uma fotografia. Entendi que a minha lente capturou a cena, que talvez ficasse guardada nos meus arquivos como uma curiosidade, mas alguém com outro olhar queria eternizar sua devoção.
(Por Luiz Martins)

quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

Nossos agradecimentos

Através do Jornal Impacto, aproveito para agradecer a todos que participaram de nossas publicações durante o ano.


Durante nossas vidas passamos por diversos momentos e um dos melhores momentos, para mim, foi a oportunidade de continuar fazendo aquilo que mais gosto, registrar os acontecimentos através de minha câmera. 

E este ano não foi diferente, através de minhas lentes, eu pude registrar os diversos ângulos das cidades, principalmente o contraste entre as edificações do Rio de Janeiro, que serviram para retratar projetos relacionadosàs necessidades humanas, a saúde, a educação, a melhoria da qualidade de vida e a justiça para todos.

Contraste entre as edificações na cidade do Rio - Foto: Luiz Martins
Através das imagens, pude mostrar o contraste econômico e social entre a população que aumenta cada vez mais e apenas uma pequena parcela da sociedade detém a maioria dos recursos econômicos, enquanto que a maioria se encontra na miséria.

Pescadores sofrendo com derramamento de óleos - Foto: Luiz Martins
Pude divulgar os efeitos de um mundo que se globalizou no terrenodas finanças e das comunicações, mas insiste em erguer muros e cercas entre pessoas e povos. No Brasil, um dos fatores que influencia nas migrações é o de ordem econômica, forçando indivíduos a se deslocarem de um lugar para outro em busca de melhores condições de vida e à procura de emprego para suprir suas necessidades básicas de sobrevivência.

Exposição em Paraty em Foco - Foto: Luiz Martins
Pude mostrar a degradação de casarões históricos, que sofrem com o abandono por parte dos órgãos competentes. Mesmo com algumas entidades que defendem a preservação do patrimônio do estado, a falta de fiscalização permite que fachadas sejam descaracterizadas e prédios históricos se tornem ruínas.


Abandono, deterioração de imóveis históricos - Foto: Luiz Martins

Destaquei também o meio ambiente, que envolve todas as coisas sobre a Terra e afeta diretamente a vida dos seres humanos.

Cascata do Caracol, Canela (RS) - Foto: Luiz Martins
Mas não foram somente desigualdades, pois minhas imagens retrataram os ângulos mais bonitos do Rio de Janeiro, e algumas delas viraram cartões postais da cidade maravilhosa.

Imagens do Rio que viraram cartões postais - Foto: Luiz Martins
Uma cidade que se situa entre mares e montanhas, sendo uma das mais lindas do mundo. Mesmo com toda preocupação com a segurança, com a saúde e com os políticos corruptos que nela vivem, o Rio é uma bela cidade.

Imagens do Rio que viraram cartões postais - Foto: Luiz Martins
Também mostrei o novo legado da zona portuária do Rio de Janeiro, a maior Roda Gigante da América Latina, onde os visitantes podem estar nas alturas e ter uma visão panorâmica da cidade maravilhosa.

Rio Star - Maior Roda Gigante da América Latina - Foto: Luiz Martins
É inegável que as conquistas foram fantásticas. Pude mostrar o Rio visto por diversos ângulos, onde fui homenageado pelos meus trabalhos dedicados a esta arte que tanto amo.

Exposição "O Rio visto por diversos ângulos" - Fotos: Luiz Martins
Finalizando, depois de todo o trabalho, quedas e preocupações que tivemos durante o ano, nada mais justo do que celebrarmos por tudo o que conquistamos. Que todas as conquistas sejam exaltadas e todos os feitos sejam lembrados. E que o próximo ano chegue em grande estilo, dando lugar a novas conquistas, trazendo voos ainda mais altos para todos nós.
Um grande abraço a todos!
(Por Luiz Martins).

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Tombados para morrer

A falta de fiscalização leva à deterioração de imóveis históricos e, com isso, apaga a história do Brasil.

Apenas a fachada ficou em pé neste casarão (Praça Mauá) - Foto: Luiz Martins
A degradação de casarões tombados virou uma coisa comum no estado do Rio de Janeiro. São diversos patrimônios culturais, casarões históricos, que sofrem com o abandono por parte dos órgãos competentes. Mesmo com algumas entidades que defendem a preservação do patrimônio do estado, a falta de fiscalização permite que fachadas sejam descaracterizadas e prédios históricos se tornem ruínas.

Alguns prédios históricos no centro do Rio caindo aos pedaços - Foto: Luiz Martins
Alguns prédios, conhecidos pelas suas riquezas arquitetônicas, perderam suas características devido à degradação. Infelizmente, temos uma fiscalização falha e governos que não se preocupam com a história do Brasil.

Alguns exemplos de abandonos que levaram à degradação de prédios históricos.

FAZENDA SÃO BERNARDINO EM TINGUÁ (NOVA IGUAÇU-RJ)

Fazenda Bernardinho - Foto: Luiz Martins
Os restos de uma bela História. A Fazenda Bernardinho em Tinguá, Nova Iguaçu, já foi uma das grandes fazendas do Brasil, com uma história belíssima. Situada na RJ-111, mais conhecida como Estrada Zumbi dos Palmares, estão as ruínas da antiga Fazenda São Bernardino. Construída em estilo neoclássico em 1875, pelo português Bernardino José de Souza e Melo, seu primeiro dono, a fazenda foi tombada pelo Patrimônio Histórico em 1951. A fazenda contava com cavalariças, garagem para carruagens, senzalas, habitações para escravos e engenhos de cana e mandioca. Até ser destruída por um incêndio na década de 1980. Atualmente, quase não resta mais nada daquela antiga estrutura, onde se produzia e exportava açúcar, farinha de mandioca, café e carvão. É uma pena que os governantes não gostem de preservar a história do Brasil.

FAZENDA DO VIEGAS.

Fazenda do Viegas - Foto: Luiz Martins
Um tesouro histórico que nunca foi protegido pelo poder público. A Fazenda do Viegas, em Senador Camará, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Tombada pelo IPHAN em 1938, a Fazenda foi construída em 1725 para ser a sede de uma fazenda de cana-de-açúcar, que se tornou pioneira no cultivo do café em todo o estado do Rio. Toda a produção era feita por escravos. A casa rural tem ampla varanda com colunas toscanas de alvenaria, além de uma capela. Vários instrumentos de tortura que serviam para punir os negros continuam instalados no local. Consta que D. Pedro II se hospedou lá em suas andanças pela região. Em 1996, a prefeitura do Rio implantou ali o Parque Municipal do Viegas, com acesso pela Rua Marmiari 221. Além do total abandono e com todas as paredes pichadas, quase tudo no interior da Fazenda foi roubado. Como tudo que é tombado pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), é mais uma história do Brasil jogada no lixo.

LE PARIS - UM HOTEL CINCO ESTRELAS NO CENTRO DO RIO.

Hotel Le Paris - Foto: Luiz Martins
Para quem não conhece, este é o Hotel Le Paris, na Praça Tiradentes, na cidade do Rio. Construído em 1902, é também um monumento tombado pelo IPHAN. No ano de 2010, foi anunciado que o prédio seria reformado e transformado no primeiro hotel cinco estrelas do Centro do Rio. De acordo com informações na época, o centro histórico do Rio de Janeiro iria ganhar um novo hotel de luxo e seria inaugurado em 2015, para atender às demandas das Olimpíadas do Rio em 2016. O projeto previa 21 suítes de luxo, com restaurante no primeiro andar e um bar com piscina na cobertura. Nada foi feito e o prédio continua caindo aos pedaços.

FAZENDA SÃO JOSÉ.

Fazenda São José - Foto: Luiz Martins
Primeira edificação do município de Porciúncula, no interior do estado do Rio de Janeiro, a fazenda está implantada na raiz de um conjunto de pequenas elevações irregulares entre elas e a estrada da Barra, que dá acesso à região. Das elevações nascem as águas que servem à fazenda. A fazenda foi construída na primeira metade do século XIX com todas as características da construção colonial mineira. O que resta da construção original são as paredes exteriores e partes das vigas e pilares de sua fundação, que seus proprietários pretendem deixar expostas para mostrar o trabalho dos construtores do século XIX. A casa não possui mais as senzalas e outros edifícios que compunham uma fazenda do século passado, como celeiros e armazéns para café.

CASARÕES DE SANTA TERESA (RJ).

Casarão de Santa Teresa - Foto: Luiz Martins
Santa Teresa, localizada na zona central do município do Rio de Janeiro, no alto de uma serra entre as zonas sul e central da cidade, é conhecida pelas construções históricas do século XIX, além de elegantes casarões construídos até os anos 1940. 

História de Santa Teresa caindo aos pedaços - Luiz Martins
A maioria dos casarões está abandonada e caindo aos pedaços.

CASARÕES DA LAPA (RJ).

Casas históricas da Lapa caindo aos pedaços - Foto: Luiz Martins
Conhecido como um bairro boêmio e vibrante, a Lapa é famosa por seus bares tradicionais, casas noturnas com música ao vivo, salões de dança e rodas de samba ao ar livre abaixo dos Arcos da Lapa, um aqueduto em estilo romano. 

Escadaria Selarón - Foto: Luiz Martins
Outra concentração de vida noturna é a área em torno da Escadaria Selarón, uma obra arquitetônica única adornada por mosaicos de azulejos pintados à mão. Porém, as antigas casas que fazem parte da história da Lapa estão se desfazendo a olhos vistos e nada acontece para preservá-las.

CASARÕES NO CENTRO DO RIO.

Apenas a fachada ainda continua em pé - Foto: Luiz Martins
O centro da cidade do Rio de Janeiro é cheio de casarões antigos, que atualmente é moradia de bandidos e traficantes. Mesmo com a política de reurbanização que visa minimizar o problema, o centro tem muitos casarões invadidos. O abandono de edifícios antigos é uma realidade em várias partes do centro do Rio e uma das causas da perda do patrimônio histórico. Mesmo daqueles que passaram pelo processo de tombamento e que deveriam ser preservados, estão se desmoronando.

O mato na varanda não faz parte da decoração, mas o retrato do abandono - Foto: Luiz Martins
No Brasil, não há leis mais rígidas para preservação do patrimônio, o que resulta em perda de patrimônios históricos, devido ao abandono por parte de seus donos ou mesmo pela negligência do poder público. Os exemplos estão em todos os cantos da cidade do Rio e, infelizmente, parece que não haverá solução em tempo hábil para revertermos esses processos de deterioração.

SÍTIO ARQUEOLÓGICO CAIS DO VALONGO.

Cais do Valongo - Foto: Luiz Martins
O Sítio Arqueológico Cais do Valongo, localizado na Av. Barão de Tefé, zona portuária do Rio de Janeiro, ganhou o título de Patrimônio Mundial da UNESCO. O lugar foi o principal porto de entrada de escravos africanos no Brasil e representa a exploração e o sofrimento das pessoas que foram trazidas à força ao país até meados do século XIX. O título joga luz sobre um passado de escravidão que deixou como herança uma profunda desigualdade social entre brancos e negros e um racismo estrutural nem sempre reconhecido. Contudo, os prédios construídos ao redor do Cais, que também fazem parte da história, estão abandonados e caindo aos pedaços.

(Por Luiz Martins)

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

RioStar, a maior Roda Gigante da América Latina.

Em primeira mão, como é andar na maior roda gigante da América Latina. 

Foto: Luiz Martins
A convite da Rio Star, o JornalImpacto experimentou o novo legado da zona portuária do Rio de Janeiro, a maior Roda Gigante da América Latina, que será inaugurada na próxima sexta-feira, dia 06/12.

Foto: Luiz Martins
Com 88 metros de altura e uma estrutura de 600 toneladas de aço, com todo material vindo da China em três carregamentos de navio, a construção da Roda Gigante levou um ano para ficar pronta e terá uma grande festa para receber o público, com shows e várias outras atrações. Segundo os organizadores da Rio Star, já foram vendidos mais de 5 mil ingressos para a ocasião.

Foto: Luiz Martins
Estar nas alturas e poder ter uma visão panorâmica da cidade maravilhosa fazem com que este passeio seja inesquecível. A "viagem" na roda gigante dura cerca de 20 minutos e é mais tranquila que o bondinho, por exemplo, pois é mais suave e tem ar condicionado. A vista lá de cima é espetacular.

O público se acomodará em 54 gôndolas (cabines) com capacidade para até oito passageiros, e os passeios vão ocorrer das 10h às 18h, com a possibilidade de horário estendido na alta temporada.

Foto: Luiz Martins
Os ingressos já estão à venda pela internet pelo site da www.riostar.tur.br. Os preços online vão de R$ 49 a R$ 290 (cabine exclusiva). Nas bilheterias do local, o ingresso comum custa R$ 59.

Foto: Luiz Martins
A Rio Star está na avenida Rodrigues Alves, 455. Para chegar à zona portuária, há algumas opções, usando o transporte público, basta pegar a linha 1 do VLT, descendo na estação Cidade do Samba, a mais próxima da Rio Star. Para quem for de carro, há um estacionamento disponível localizado no edifício ao lado, o AQWA Corporate, com entrada pela avenida Oscar Niemeyer, 2000.
(Por Luiz Martins)

sábado, 26 de outubro de 2019

Sobreviventes desiguais

Estamos vivendo um momento de reflexão sobre os rumos do planeta. Nunca o assunto "sustentabilidade" ficou tão em alta.


Pescador de siri sofrendo com óleos no manguezal. 
Ao mesmo tempo que ainda estamos tentando entender porque há tanta desigualdade em um mundo cheio de riqueza.

Pescadores - O que antes eram peixes, agora são garrafas pets com óleos. Foto: Luiz Martins
A sociedade tem se preocupado com a pobreza apresentando novos índices de crescimento em todos os lugares. As relações humanas nas famílias estão cada vez mais distantes, e a educação deixou de ser uma obrigação entres as pessoas.Tudo isso está relacionado aos problemas socioeconômicos das pessoas menos favorecidas.

Abandonados pelos campos por falta de trabalho - Foto: Luiz Martins
A desigualdade econômica é um dos maiores problemas da sociedade e é uma das causas de boa parte dos conflitos entre povos. O contraste econômico e social entre a população aumenta cada vez mais e apenas uma pequena parcela da sociedade detém a maioria dos recursos econômicos, enquanto que a maioria se encontra na miséria.

Desempregado que perdeu a sua casa, e hoje, vive nas ruas de Bangu - Foto: Luiz Martins
Segundo dados atribuídos pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), os rendimentos de 1% das pessoas mais ricas do mundo são compatíveis àqueles de 57% da população mais pobre do planeta. Esses dados confirmam a diferença na concentração de renda entre ricos e pobres, refletindo diretamente na alimentação, bens de consumo e serviços elementares ao ser humano no que se refere às classes em questão. Esse quadro de desigualdades sociais gera um processo de exclusão relacionado à moradia, educação, emprego, saúde, entre outros aspectos de direito do cidadão.

Desigualdades e medo nos morros da cidade - Foto: Luiz Martins
Enquanto não houver uma distribuição de renda mais justa, equilibrando a sociedade por um todo, não haverá a tão sonhada paz no mundo.
(Por Luiz Martins)

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

UERJ DISCUTE AGENDA 2030 PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Com o apoio do Centro Brasil para a Saúde Global (CBSG), no dia 8 de outubro de 2019, foi realizado, no Teatro Odylo Costa Filho, uma discussão sobre a AGENDA 2030. O objetivo foi promover debates em torno dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), plataforma multilateral da ONU para promoção de uma vida digna dentro dos limites do planeta.

Agenda 2030 - Foto: Luiz Martins
Tomando como eixo as questões cruciais ligadas ao meio ambiente, buscando as conexões com saúde, educação e justiça social, entre outros ODS. Foi colocada em foco a atuação da universidade na produção de conhecimento necessário à resolução dos problemas nas diversas áreas abarcadas pela Agenda 2030, que propõe a indivisibilidade das dimensões econômicas, sociais e ambientais do desenvolvimento.

Apresentação da Agenda 2030 - Foto: Luiz Martins
Na parte da manhã, a partir das 10h, houve uma introdução a esses temas pelo professor Eduardo Faerstein, do Instituto de Medicina Social (IMS), seguida de mesa-redonda com o reitor da UERJ, Ruy Garcia Marques, o presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Luiz Davidovich, a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade Lima, e a representante da ONU, Roberta Caldo. A mesa foi coordenada pelo professor Israel Felzenszwalb, do Instituto de Biologia Roberto Alcantara Gomes (IBRAG).

Na mesa-redonda da tarde, a discussão foi coordenada pela professora Leticia Cotrim, da Faculdade de Oceanografia (FAOC) e contou com a presença dos estudantes de Oceanografia da UERJ, e de pesquisadores que apresentaram o quadro de suas áreas em relação aos ODS: Elisa Reis (socióloga, UFRJ), Paulo Gadelha (Ciência & Tecnologia, Fiocruz), Eduardo Faerstein (epidemiólogo, UERJ) e Mercedes Bustamante (ecóloga, UnB).

Foram discutidos os principais Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, dando ênfase aos temas e questões que o Sistema ONU/Brasil considera relevantes no âmbito do processo de implementação dos ODS 1, 2, 3, 5, 6, 7, 9, 10, 11, 12, 14 e 15 no Brasil. 

Durante o evento foi destacado o ODS-10 Redução das Desigualdades. Como as instituições poderão atuar para progressivamente alcançar e sustentar o crescimento da renda dos 40% da população mais pobre a uma taxa maior que a média nacional. O que fazer para garantir a igualdade de oportunidades e reduzir as desigualdades de resultados, inclusive por meio da eliminação de leis, políticas e práticas discriminatórias e da promoção de legislação, políticas e ações adequadas a este respeito.


Desigualdades no município do Rio de Janeiro - Foto: Luiz Gonçalves Martins - ODS 10
Falou-se também sobre o ODS-9 Indústria, Inovação e Infraestrutura. O que deverá ser feito para garantir uma rede de transporte público e infraestrutura urbana de qualidade, com condições necessárias para o desenvolvimento sustentável. Como promover a eficiência energética e inclusão social. O progresso tecnológico é também uma das chaves para as soluções dos desafios econômicos e ambientais. Garantir a igualdade de acesso a tecnologias é crucial para promover a informação e conhecimento para todos. O ODS 9 lista metas que visam à construção de estruturas modernas, fortalecimento industrial de forma eficiente, com valorização da micro e pequena empresa e inclusão dos mais vulneráveis aos sistemas financeiros e produtivos.

Indústria, Inovação e Infraestrutura - Foto: Luiz Gonçalves Martins - ODS 9
Ao final do evento, os participantes levaram brindes para casa com informações sobre os ODS. (Por Luiz Martins)

domingo, 29 de setembro de 2019

O Rio visto de diversos ângulos por Luiz Martins

No dia 14 de setembro de 2019, o INPASBRA - Instituto Impacto Social do Brasil, APEB - Aliança de Pastores Evangélicos do Brasil e JORNAL IMPACTO, concederam a "Moção de Aplausos e Reconhecimento" ao jornalista e fotógrafo Luiz Martins, pelos seus relevantes trabalhos na área da fotografia. 

Luiz Martins - Moção de Aplausos e Reconhecimento
Ao longo da vida profissional, Luiz Martins já atuou em diversas áreas, chegando a ser professor, projetista de sistemas elétricos, projetista de sistemas ferroviário e metroviário. Em suas atividades extras, Martins exerce ainda as funções de jornalista e fotógrafo.

 Exposição de fotos que foram destaques em diversos seguimentos
Como fotógrafo, Martins já recebeu diversos prêmios pelos seus trabalhos.

Premiado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD/ONU) em duas categorias, o fotógrafo e jornalista, Luiz Martins, registrou os diversos ângulos do Rio, onde mostra o contraste entre as edificações da cidade do Rio de Janeiro.

Prêmio PNUD (ONU). Considerado um dos maiores eventos organizados pela ONU, o Rio+20 ocorreu entre os dias 13 e 22 de junho de 2012 em diversas partes da cidade do Rio de Janeiro. Os principais temas abordados foram: desenvolvimento sustentável, economia verde, inclusão social e pobreza.    

O evento contou com a participação de mais de 180 países do mundo, integrantes da ONU (Organização das Nações Unidas), bem como da presença de Chefes de Estado, de Governo e ainda, dos principais organismos internacionais. Durante o evento, foram criados 17 projetos sobre o Desenvolvimento Sustentável.

Para estimular a divulgação e, por conseguinte, a implementação dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no Brasil e no Mundo, o PNUD (ONU) lançou um concurso de fotografia para escolher 17 imagens que representasse a implementação dos 17 projetos, ou seja, cada imagem representa a implementação dos objetivos globais para colaborar com o desenvolvimento econômico, social, ambiental e institucional do país com foco na Agenda 2030.

Fotógrafos de vários estados brasileiros e estrangeiros participaram do concurso, os jurados só aceitariam fotografias inéditas, que não tivessem sido apresentadas em materiais de divulgação ou premiadas em outros concursos até a data da inscrição. As fotos foram selecionadas de acordo com critério de linguagem fotográfica, originalidade, criatividade, respeito aos direitos humanos e aderência aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

Luiz Martins foi vencedor em duas categorias, ou seja, suas fotos estão representando dois projetos do PNUD (ONU) até o ano de 2030.


ODS 10 Redução das Desigualdades
São eles: ODS 9 (Indústria, inovação e infraestrutura) e ODS 10 (Redução das desigualdades).  


ODS 9 - Indústria, Inovação e Infaestrutura
Cobertura da Rio 2016. Representando o Jornal Impacto nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, Luiz Martins e Elias Ribeiro do Nascimento foram credenciados para a cobertura dos eventos. Na cobertura do legado olímpico, Martins teve suas fotos em destaque em diversos veículos de comunicação, entre eles, a Fotografe Melhor, a maior revista de fotografia da América Latina.


Cobertura das Olimpíadas Rio 2016
Museu do Amanhã. Suas fotos do Museu do Manhã foram destaque em diversos seguimentos. Uma delas foi apresentada no Leading Culture Destinations Awards, onde o referido museu recebeu o prêmio britânico considerado como o 'Oscar dos Museus'.


Destaque Olímpico Internacional
Negócios de Valor. Durante a cobertura dos legados olímpicos, Martins fez grande parte das fotos para produção do livro "Guia de Compras".

São negócios tradicionais há mais de 50 anos, que já estão na memória e no coração de quem circula pelas ruas do Centro do Rio de Janeiro e, agora, estão também no Guia de Compras em "Negócios de Valor" – Edição 2016, uma parceria entre a Prefeitura do Rio e o Sebrae/RJ.


Negócios Tradicionais há mais de 50 anos.
Existem missões que são extremamente sublimes e que merecem nossas considerações. Assim sendo, não poderíamos deixar de lhe prestar as nossas homenagens neste dia tão importante, disse o Jornalista Elias Ribeiro do Nascimento, pres. do INPASBRA.

A presente Moção é fruto do reconhecimento das instituições, dos jornalistas e professores, que indicaram Luiz Martins como merecedor desta homenagem. O objetivo é valorizar todo o empenho e dedicação deste profissional, na divulgação de imagens que retratam projetos relacionados às necessidades humanas, a saúde, a educação, a melhoria da qualidade de vida e a justiça para todos.

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Paraty em Foco 2019

O Festival Internacional de Fotografia Paraty em Foco comemorou em 2019 a sua 15ª edição e foi realizada entre os dias 18 a 22 de setembro. 


Paraty em Foco - Foto: Luiz Martins
O tema deste ano foi  "Migrações", uma das propostas para ressaltar o caráter miscigenado da fotografia brasileira, cuja a formação conta a participação de muitos imigrantes.

Exposição Paraty em Foco 2019 - Foto: Luiz Martins
A humanidade se torna cada vez mais nômade, pois  há cada vez mais pessoas tentadas ou forçadas a migrar. 

Exposição Paraty em Foco - Foto: Luiz Martins
Efeitos de um mundo que se globalizou no terreno das financias e das comunicações, mas insiste em erguer muros e cercas entre pessoas e povos.

Exposição Paraty - Foto: Luiz Martins
Além das migrações internacionais, o Brasil sofre com as migrações internas, onde o deslocamento de pessoas dentro de um mesmo território cresce cada vez mais. Tal deslocamento não provoca modificações no número total de habitantes do país, porém, altera as regiões envolvidas nesse processo.

Praça da Igreja Santa Rita - Paraty - Foto: Luiz Martins
No Brasil, um dos fatores que influência nas migrações é o de ordem econômica, forçando indivíduos a se deslocarem de um lugar para outro em busca de melhores condições de vida e à procura de emprego para suprir suas necessidades básicas de sobrevivência.

Pescador de Siri - Paraty - Foto: Luiz Martins
Com isso, os centros urbanos ficam cada vez mais povoados de pessoas vindas dos interiores a procura de melhores condições de vida, que na realidade acabam somando aos desempregados e aos desabrigados.
(Por Luiz Martins)

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