quinta-feira, 23 de abril de 2020

Menos tiros em tempos de Covid-19

A constante tensão do carioca frente a violência nas últimas décadas deu lugar a outra tão letal quanto. Em verdade, estamos diante de um fenômeno que também nos leva a refletir sobre as lições que podemos tirar após a pandemia. Se antes a preocupação era com a bala perdida, hoje o maior foco é quanto ao contágio de um novo coronavírus que está matando centenas de milhares de pessoas no mundo todo. No entanto, os números mostram que o isolamento social trouxe não só a proteção da população contra a contaminação, mas também a queda do número de tiroteios na Cidade, um fato que há anos não se via. Parece óbvio por um lado, porém pode ser uma chance de avaliarmos novos caminhos que possam minimizar mortes por balas de fogo.

Foto: Luiz Martins
Segundo a Plataforma Fogo Cruzado, no primeiro mês de quarentena na Cidade do Rio, o número de tiroteios/disparos de arma de fogo na região metropolitana caiu quase pela metade (46%), sendo registrados 460 no período entre14 de março e 13 de abril. Ao todo, 137 pessoas foram baleadas durante a quarentena - destas, 58 morreram.

Este período coincide com o decreto dos governos limitando a circulação de pessoas e do exercício de atividades não essenciais como medidas para a não propagação do vírus. No entanto, é interessante compararmos esses números com o mesmo período de 2019, quando houve 839 tiroteios no Grande Rio, com 129 pessoas mortas e 133 feridas. A plataforma sinalizou ainda que o isolamento social representou também uma queda de 55% no número de mortos e 41% no número de feridos.

Foto: Luiz Martins
Outra informação importante é a queda de 47% na quantidade de tiroteios com a presença de agentes de segurança, sendo 125 agora ante 236 no mesmo período do ano passado. E é nesse ponto que, talvez, esteja a necessidade de uma atenção maior, tendo em vista que, independente das circunstâncias, bem atípica, diga-se de passagem, os números comprovam caminhos para uma menor ação da violência.

Foto: Luiz Martins
Claro que em dias comuns não podemos contar com 70% das pessoas em casa, diminuindo significativamente a circulação nas ruas. Mas é possível imaginarmos que, pontualmente, a redução das incursões e/ou operações policiais de caráter ostensivo pode significar a mitigação de disparos, tiroteios e, consequentemente, vítimas de balas perdidas.

O desafio das autoridades em segurança pública é entender o que esse período pode nos trazer de aprendizado para mesmo no dia a dia normalizado minimizarmos confrontos e as mortes tanto de inocentes quanto de agentes de segurança.

(Por Marcos Espínola -Advogado e Especialista em Segurança Pública)
Sugestão de artigo: Diana Campos

quarta-feira, 22 de abril de 2020

Terra, terceiro planeta do Sistema Solar

A Terra, o terceiro planeta do Sistema Solar, com idade geocronologica datada de 4,56 Ga (bilhões de anos), e composta por 07 camadas ou estruturas que são a magnetosfera, a atmosfera, a hidrosfera, a litosfera, o manto, o núcleo e a biosfera, todas interdependentes, para coexistirem em equilíbrio geobiodinamico. 

Foto: Luiz Paulo G. Martins
O homem, um agente modificador do meio ambiente e muito dependente dele, causa pequenas mas significativas transformações que dificultam a sobrevivencia da propria especie humana, assim como dos demais seres vivos do planeta, da qual a própria natureza sente as consequências diretas e indiretas, através de ações destrutivas ou construtivas, ao longo da historia humana. 

Foto: Luiz Paulo G. Martins
Por isso, neste dia 22/04/2020, dia da Terra, e importante lembrar sobre a conscientização da preservação geoambiental gerado pelo por este equilíbrio geobiodinamico que o planeta Terra cria para toda a humanidade, visando o aproveitamento sustentável dos diversos recursos naturais que o planeta dispõe.

Foto: Luiz Paulo G. Martins
Feliz dia da Terra para todos! (Por Geólogo Luiz Paulo Gomes Martins)

sexta-feira, 17 de abril de 2020

Melhor Maneira de Expressão.

Ser convidado para participar dos dois maiores eventos de fotografia no Brasil me faz acreditar que a fotografia influenciou e muito as minhas atividades profissionais.

Os eventos em questão são:

- Fotografar 2020, o maior encontro da fotografia da América Latina, que acontecerá nos dias 24, 25 e 26 de agosto de 2020, na Oca do Parque Ibirapuera em São Paulo.

- 16ª edição do Festival Internacional de Fotografia Paraty em Foco, programado para acontecer entre os dias 16 e 20 de setembro de 2020.


Paraty - Foto: Luiz Martins
Ao longo de minha vida profissional, eu exerci diversas profissões e, em todas elas, eu me esforcei o máximo para executá-las com responsabilidade e da melhor maneira possível. 

Graças a Deus que, em quase todas elas, eu consegui ter êxito deixando algum trabalho como legado. Destacando a profissão de ensinar, pois é extremamente gratificante encontrar um ex-aluno e perceber que fiz parte dos ensinamentos dele, trazendo uma satisfação inexplicável e muito orgulho desta profissão.

O Contraste entre as edificações
Contudo, a fotografia foi a que mais me deu a oportunidade de expressar as minhas ideias e opiniões. 

Infraestrutura
Quando participo de eventos fotográficos e sou citado como o "Fotógrafo Luiz Martins", fico imaginando o quanto a fotografia influenciou a minha vida. Como fotógrafo, é muito satisfatório saber que minhas imagens retratam projetos relacionados às necessidades humanas, à saúde, à educação, à melhoria da qualidade de vida e à justiça para todos.

As profissões que exerci na vida fazem parte de minha história e todas elas serviram como experiência, mas a fotografia foi muito mais que um exercício da arte, e sim, uma terapia gratificante, pois faz bem para os olhos e para a alma e deixa um legado da minha história e do meu olhar pelo mundo.
(Por Luiz Martins)

segunda-feira, 13 de abril de 2020

Rio Star na Doação de Sangue

Rio Star e Hemocentro São Lucas fecham parceria para doação de sangue.

Ação tem como objetivo aumentar o estoque dos bancos de sangue, que registraram queda de 50% desde o início da pandemia do coronavírus.

Foto: Luiz Martins
A Rio Star, maior roda gigante da América Latina, acaba de fechar uma parceria com o Hemocentro São Lucas a fim de aumentar o número de doadores de sangue do órgão. O objetivo da ação é mudar o cenário de saúde atual, pois houve baixa de cerca de 50% nos estoques de sangue por conta da pandemia do coronavírus, que fez com que cada vez menos pessoas saíssem de suas casas.

Sendo assim, quem doar sangue na instituição entre 15 de abril e 15 de maio e guardar o comprovante tem direito a um desconto de 50% no ingresso da Rio Star, sendo uma bilhete por pessoa com validade de 30 dias. Basta apresentar o comprovante com data no momento da compra. A ação será válida apenas para quem adquirir ingressos na bilheteria da roda gigante após sua reabertura, cuja data ainda não está confirmada, mas será divulgada com antecedência por meio do site Rio Star.

Para fazer a doação de sangue, o candidato deve ter entre 18 e 69 anos, pesar acima de 50 kg, estar alimentado e portando algum documento de identidade original com foto.  O horário de atendimento é de segunda a quinta-feira das 08h às 17h e às sextas das 08h às 16h. 

O Hemocentro São Lucas fica localizado na rua Manoela Barbosa, 50, no bairro do Méier, Rio de Janeiro - RJ.

No entanto, é necessário prestar atenção em algumas restrições:

Pessoas que tomaram vacina de sarampo ou febre amarela só poderão doar sangue depois de 30 dias contados a partir da data da vacinação. Em relação à vacina da gripe, depende da composição. A equipe médica avaliará esse quesito no dia;

Candidatos que tenham feito transfusão de sangue só estão aptos a doar após 1 ano;

Se realizou endoscopia ou colonoscopia, deve aguardar 6 meses;
Para quem fez tatuagem ou colocou piercing recentemente, o período de espera também é de 6 meses;

Pessoas com piercing na língua não podem fazer a doação. Em caso de retirada da jóia, só será permitido depois de 1 ano;

Em se tratando de diabéticos, só pode doar se não for insulino dependente;
Para quem tiver hepatite, a doação só será permitida se o caso foi antes dos 11 anos de idade;

Em caso de cirurgias, deve se esperar de 3 a 12 meses. Porém, dependendo do tipo, o tempo pode oscilar. Tudo isso é avaliado junto à equipe médica no dia da doação;

No caso de uso de antibióticos, deve-se aguardar 14 dias após o término do tratamento se estiver sem sintomas.

De acordo com a Dra. Andressa Oliveira, médica do Hemocentro São Lucas, a parceria com a Rio Star vem em um momento muito importante, já que a pandemia do coronavírus reduziu os estoques de sangue em todos os hemocentros. “Apesar da orientação de seguirmos com o isolamento social, que é de fundamental importância, precisamos que as pessoas, de forma organizada e segura, façam o agendamento da doação de sangue em nossa unidade. Nosso ambiente de doação não está localizado dentro de um hospital e estabelecemos diversas ações para segurança, como: distanciamento das cadeiras, uso de EPI, agendamento e limpeza de todo mobiliário”, explica a profissional, ressaltando que uma única doação pode salvar até quatro vidas. “O processo é rápido e seguro, um simples gesto de amor e solidariedade pode gerar muitos sorrisos”, comenta.

Para a Rio Star, a iniciativa é uma forma de o parque devolver ao público carioca todo o carinho que vem recebendo desde a abertura. A atração reitera que é mais do sua obrigação colaborar para o bem-estar de todos em um momento tão delicado para nosso país. (Por Luiz Martins)

Fonte: Lidiane Costa - ViraComunicação

terça-feira, 7 de abril de 2020

Expostos para proteger

Vivemos tempos de profundas incertezas frente a uma ameaça nova e com alto potencial de letalidade. Um inimigo silencioso. Um vírus de fácil contágio que trouxe ao mundo uma enorme crise que ainda vai trazer consequências econômicas e uma recessão global. No entanto, ainda estamos diante do desafio de frear a disseminação, no qual o isolamento social é a principal medida. A vida é a prioridade e por ela vários profissionais se arriscam todos os dias em prol da população, dentre eles toda a área da saúde que realizam um excelente trabalho e a força de segurança que, além da manutenção da ordem, estão na rua orientando e conscientizando os mais insistentes sobre a importância de cumprirem a determinação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e das autoridades para que fiquem em casa.

Alguns Condomínios estão mantendo o isolamento como recomenda a ONS
Certamente, médicos, enfermeiros e todos os profissionais envolvidos direta ou indiretamente no atendimento aos pacientes são motivo s de orgulho de todos nós nesse momento de profunda tensão. São horas dentro dos hospitais dedicadas a salvar vidas e amenizar sofrimentos.

Na parte da segurança, o efetivo também mantém a sua rotina também com o objetivo de preservar a saúde dos cidadãos, essencialmente aqueles mais resistentes ao confinamento. Não é por acaso que policiais militares foram afastados dos trabalhos nas ruas por suspeita de contaminação pelo novo coronavírus.

Habilitados para trabalhar no combate a violência, no qual ficam na linha de frente do confronto com narcotraficantes, esses profissionais se apresentam neste momento atípico, capacitados para lidar com a pandemia, tanto na prevenção, começando nos próprios batalhões, aonde há diretrizes de higienização, inclusive com policiais higienizado a viatura,quanto nas ruas junto à população, orientando e alertando para o perigo do contágio, essencialmente em ambientes de aglomeração.

Esse papel de cuidado e de preservação da cidadania é uma das premissas da força de segurança. Ficar ao lado da sociedade nos momentos mais difíceis, sempre com foco na manutenção da ordem, no bem-estar de cada um e na garantia dos direitos constitucionais da segurança no seu sentido mais amplo.

E ainda tem outros profissionais, como comerciantes em padarias, hortifrutis, mercados, garis, caminhoneiros, entre outros profissionais que não pararam suas rotinas e vão para a rua para servir a sociedade e merecem o reconhecimento de toda a sociedade.
(Por Marcos Espínola - Advogado Criminalista e Especialista em Segurança Pública)

Sugestão de artigo: Diana Campos

Parabéns aos jornalistas

O dia 07 de abril é comemorado o dia do jornalista, essa classe a qual eu tenho muito orgulho de fazer parte.

O Impacto foi criado em 1996
Os fatos relevantes são notícias que o povo gosta e precisa ver, mas nem sempre o que as emissoras de TV, rádios, jornais, revistas  e redes de relacionamentos divulgam são verdades.

No mundo atual, foi criada uma nova forma de se relacionar e se comunicar com o mundo. Antes, era preciso dispositivos para cada tarefa que seria realizada, ou seja, fotografar e imprimir para depois divulgar. Hoje, se faz tudo com apenas um dispositivo que carregamos para todos os lugares, e que nos permite acesso à informação do mundo todo através da internet: o smartphone.

Com a evolução da internet, os jornalistas deixaram de serem os únicos “formadores de opinião”.  As redes sociais estão cada vez mais influenciando a opinião pública sobre o que assistir e consumir. A cada dia, aparecem mais usuários da internet, que aumentam os influenciadores digitais que ditam tendências e impõem um novo desafio à comunicação.

Durante muitos anos, os jornais impressos eram os principais veiculadores de notícias nos quatro cantos do mundo. Naquela época, os jornalistas e os repórteres eram os únicos responsáveis pela busca das notícias, pois havia a necessidade de checar a veracidade das fontes.

A revolução digital ampliou e diversificou o protagonismo dos indivíduos na comunicação e os direitos fundamentais (como a ética) na imprensa deixaram de existir. O jornalista continua sendo insubstituível neste seguimento, mas as regras que orientam a sua atividade diária já não são mais as mesmas. Todas notícias devem ser tratadas dentro dos princípios da conduta ética e profissional, tendo como objetivo principal oferecer boa qualidade de informação e satisfazer aos leitores com conteúdos verdadeiros.

O Código de Ética rege a conduta profissional do jornalista e dos veículos de comunicação. Com base na conduta ética, antes de divulgar qualquer notícia, tem que se verificar a fonte e se a notícia é verdadeira. No entanto, a cada dia, temos a sensação que este conceito foi abolido na prática profissional de alguns jornalistas e responsáveis por meios de comunicação.

O compromisso fundamental do jornalista é com a verdade dos fatos e os seus trabalhos devem estar pautados, em todos os meios de comunicação, pela precisão da apuração dos acontecimentos e sua correta informação.

O Jornal Impacto, com os seus 24 anos de idade, considera os valores morais e éticos essenciais para o bom desempenho do exercício da profissão e, consequentemente, de seus profissionais.

Nossa proposta é continuar trabalhando com responsabilidade para que a nossa missão seja alcançada plenamente.
(Por Luiz Martins)

segunda-feira, 23 de março de 2020

Planeta sob ameaça

O estágio de pandemia do coronavírus declarado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) trouxe ao planeta uma crise sem precedentes nas últimas décadas. Claro que o mundo já enfrentou pragas e problemas de ordem global que trouxeram mortes, fizeram as bolsas despencarem, o dólar disparar e tantas outras consequências para as pessoas e a economia. Entretanto, como há muito tempo não passamos por uma situação dessa, toda cautela e seriedade são necessárias para que consigamos minimizar os efeitos desse inimigo invisível que é de fácil contágio entre as pessoas.

Museu do Amanhã - Foto: Luiz Martins
O que aconteceu na Itália, com o povo inicialmente ignorando a gravidade e as consequências do vírus, serve como exemplo para o Brasil. As praias abarrotadas de gente, bares lotados, pontos turísticos cheios, entre outras atitudes de aglomeração de pessoas demonstrou que também custamos a entender a complexidade do problema. Não levar a sério uma ameaça real e que pode ser letal para muita gente, essencialmente idosos e pessoas com doenças crônicas, é perigoso e pouco inteligente.

No mundo todo o número de casos já ultrapassou a marca de 130 mil pessoas, com quase 5 mil mortes em 116 países e territórios, de acordo com as fontes oficiais. O aumento se deve, em especial, a casos confirmados na Itália, o segundo país mais afetado depois da China. E os números não param de ser atualizados.

No Brasil, os casos também crescem e toda a atenção é pouca para não vivermos o mesmo drama desses países. Frear a circulação das pessoas, fechar cinemas, academias etc. trazem um impacto financeiro negativo, mas, ao mesmo tempo, pode fazer a diferença nas próximas semanas quando os números de infectados devem aumentar. Sem essas medidas a possibilidade de um número de contaminados desacerbado é grande e não há infraestrutura hospitalar para dar conta de tanta gente.

É preciso ter a consciência de que não é um problema do Brasil. Como disse o presidente francês, Emmanuel Macron, “este vírus não tem passaporte”. Todo o planeta está sob ameaça. E nesse contexto, a pandemia traz reflexões, dentre elas que não importa o país ou a pessoa que é rica, tampouco o grau de poder que se tenha, pois quanto à saúde somos todos iguais e vulneráveis da mesma forma. Nos resta unir forças e cada um fazer a sua parte para que se minimize ao máximo a propagação desse vírus e as possíveis mortes, até que toda essa onda maligna passe e o contágio seja minimamente controlado.
(Por Marcos Espínola - Advogado e Especialista em Segurança Pública).

Sugestão de ARTIGO: Diana Campos
Tel.: (21) 2532-1575 / 99442-8587

domingo, 22 de março de 2020

Coronavírus e as Comunidades

As comunidades estão prontas para enfrentar a pandemia?

Alemão (RJ) - Foto: Luiz Martins
Nas grandes cidades, milhares de pessoas moram em comunidades e, em tempos de pandemia, sofrem com uma combinação perigosa: vírus circulando e falta de espaço. Nas comunidades, os moradores vivem aglomerados em habitações que comportam várias pessoas, muitas vezes em um só cômodo. Como é possível fazer o isolamento em cenários como esse?

Alemão (RJ) - Foto: Luiz Martins

Só na cidade do Rio de Janeiro há mais de 800 favelas, com mais de um milhão de pessoas vivendo em aglomerados subnormais. Não é de hoje que as comunidades são desassistidas e sofrem com a falta d'água, de um saneamento básico, e não têm como higienizar as mãos de maneira correta em suas casas, e precisam buscar água em outros pontos das comunidades, contrariando as indicações de permanecer em casa durante a quarentena.

Alemão (RJ) - Foto: Luiz Martins
A disseminação rápida do coronavirus evidencia as desigualdades sociais e raciais em todos os países, e no Brasil não seria diferente. As medidas recomendadas pelo isolamento são medidas paliativas tomadas pelos governantes, que deixam de fora a imensa massa de pessoas que moram em comunidades.

Mangueira (RJ) - Foto: Luiz Martins
Considerando o cenário atual do Coronavírus (COVID-19), os governantes deveriam criar uma situação de emergência em saúde pública para atender as comunidades. Acreditamos que seja fundamental a adoção de medidas individuais e coletivas para prevenir a ocorrência de casos em todo o território estadual, principalmente nas comunidades. As Secretarias de Saúde de todos os estados deveriam criar centros de operações de emergência em saúde em todas as comunidades carentes.

Mangueira (RJ) - Foto: Luiz Martins
Assim que foi anunciado a pandemia, sabíamos que seria preciso ampliar nossa cobertura, fazer reportagens ainda mais contundentes sobre o assunto. Essa foi a missão que abraçamos com o objetivo de enfrentar esse período marcado por constantes ameaças à liberdade das pessoas, mas de profunda necessidade de sobrevivência. Para isso, fazemos chamado aos nossos leitores, pois só com o apoio de todos podemos enfrentar esse maldito vírus. 

Babilônia (RJ) - Foto: Luiz Martins
Destacamos a importância que todos busquem por informações em fontes oficiais e colabore não disseminando notícias falsas, contribuindo assim na prevenção e enfrentamento da COVID-19. Seu apoio é muito importante neste momento crítico. Nós precisamos fazer ainda mais e prometemos estar juntos nessa guerra contra o vírus.
Equipe do Jornal Impacto.

sábado, 21 de março de 2020

Igualdade Social, finalmente

A desigualdade social sempre foi um tema discutido em todas as classes, mas nunca foi considerada como uma prioridade. As diferenças são constantes dentro das relações da sociedade, presente em todos os países do mundo. 

Vista de Santa Teresa - Foto: Luiz Martins
Fazemos parte das relações sociais, independente das questões econômicas, de gênero, de cor, de crença, de círculo ou grupo social e as desigualdades limitam o acesso aos direitos básicos, como o acesso à educação e à saúde.

O mundo está doente porque a sua humanidade está baixa. Foi necessário o surgimento de uma pandemia para igualar todos no planeta. De repente, todos descobriram que são frágeis diante das situações externas, e que todos estão por aqui de passagem.

Isso serve como alerta a todas as classes sociais, pois precisamos entender que raça, crença, orientação sexual não têm diferença diante do caos. O mundo mudou de uma noite para o dia! Assim sendo, é hora de lembrarmos de conversar com Deus, e agradecer pela vida, pela família e tudo que nos cerca, pois a Terra não é patrimônio de ninguém, mas apenas um espaço cedido por tempo determinado.
(Por Luiz Martins)

quinta-feira, 19 de março de 2020

Todos no mesmo barco

De repente, todos passaram a ter tempo, tanto tempo que nem sabem o que fazer com ele. Tudo deixou de ser prioritário, ou seja, o trabalho, as viagens, o lazer e tudo que não podia ser adiado, agora está em pausa.

Um barco para todos - Foto: Luiz Martins
Sem mais, nem menos, estamos todos no mesmo barco, ricos e pobres, saudáveis e enfermos, direita e esquerda, todos correndo o mesmo risco. Os hospitais estão cheios e os seguros de saúde que o dinheiro pagava não têm nenhuma importância.

As piscinas estão fazias, porque todos estão comedo do Coronavírus - Foto: Luiz Martins
O que deveria ser um procedimento comum do ser humano, só pode acontecer com um vírus, ele igualou todos no Universo, estabelecendo a igualdade social que seria impossível em condições normais.

O mundo está com medo. E o que podemos tirar de lição?

Darmos conta que somos seres humanos e vulneráveis às situações externas. E que, com isso, possamos enxergar o valor da vida, o valor de termos uma família, e que nessa quarentena possamos resgatar os amores que se esfriaram pelas correrias do cotidiano. Valores esses que nos fazem enxergar que nada somos se não tivermos o amor a si e ao próximo.

Em tempo, os cuidados básicos para evitar o contágio do coronavírus são:

– lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos (se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool);

– evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– ficar em casa quando estiver doente;

– cobrir boca e nariz com um lenço de papel ao tossir ou espirrar e jogar no lixo;

– limpar e desinfetar objetos e superfícies tocadas com frequência;

– evitar contato próximo com pessoas doentes.

Enfim, vamos fazer a nossa parte para um mundo melhor começando com nós mesmos.
Equipe do Jornal Impacto.

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