A maior conferência de tecnologia e inovação da América Latina chega à sua edição de 2025 e acontece entre os dias 12 e 15 de agosto, no Pier Mauá (RJ), propondo o tema “Um olhar através da ética”.
Foto: Luiz Martins
Pesquisadores e o CEO do Rio Innovation Week 2025 discutem como decisões automatizadas podem aprofundar desigualdades.
O futuro está sempre chegando — e, muitas vezes, chega sem bater na porta.
De repente, ele já está no seu bolso, no seu histórico de pesquisa, nas câmeras da rua, no caixa do supermercado, no aplicativo que recomenda, decide, automatiza.
O futuro está aqui. Mas a pergunta é: ele está do nosso lado?
Toda vez que uma nova tecnologia avança, ela carrega uma promessa de progresso — e, junto, um pacote de dilemas. A inteligência artificial, a automação e a biotecnologia abrem caminhos que pareciam ficção científica até outro dia. Mas, com eles, surgem questões urgentes:
Quem está sendo incluído nesse futuro?
Quem está ficando para trás?
E como garantir que a inovação não aprofunde desigualdades?
Num cenário em que decisões automatizadas definem vagas de emprego, sentenças judiciais, diagnósticos médicos e até políticas públicas, deixar a ética para depois não é mais uma opção. Ela precisa estar no começo do código, na estratégia do negócio, no design do produto e na visão de quem lidera.
Este é o debate que vai guiar o Rio Innovation Week 2025, sob o tema: “Um olhar através da ética: como a inteligência artificial, a automação e a biotecnologia podem ser aliadas da inclusão?”
Esses e outros assuntos relacionados serão discutidos com Juliana Wallauer, que conversa sobre ética e tecnologia com Ben Hur Correia, repórter do Grupo Globo e pesquisador de IA, Nina Da Hora, cientista de computação e pesquisadora brasileira, e Fábio Queiroz, CEO da Rio Innovation Week. Por @luizgmartins

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